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Serra, 10 de dezembro de 2018

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O Nó da Gravata

por Conceição Nascimento

Serra, 28 de setembro de 2018 às 9:41

Bancada serrana I


A última vez que a Serra foi protagonista na Assembleia Legislativa, foi durante o segundo mandato de governador de Paulo Hartung (2007 a 2010), quando foram eleitos deputados estaduais Vandinho Leite e Wanildo Sarnaglia. A bancada serrana foi completada mais tarde com as posses de Sargento Valter e Givaldo Vieira, que eram primeiro suplentes em suas coligações.

Bancada serrana II

Nessa eleição de agora, ao que tudo indica, a Serra deverá ter novamente uma grande bancada na Assembleia. Com chances reais de vitória, Alexandre Xambinho (Rede), Bruno Lamas (PSB), Jamir Malini (Progressista), Pastor Ailton (PSC), Roberto Carlos (Rede), Silas Mas (PTC) Sueli Vidigal (PDT), Vandinho Leite (PSDB).

Correndo por fora tem nomes como Thiago Carreiro (PTB) de Jacaraípe, que não descansa uma hora sequer; a persistente vereadora Cleusa Paixão (PMN) e Gilson Gomes Filho (PMB), cujo título é de Laranja da Terra, mas tem a Serra como o maior reduto eleitoral da família.

Catapulta para Brasília

Para a Câmara Federal, a Serra também tem boas chances de voltar a ter dois representantes, quando foi em 2010 com Audifax Barcelos (então PSB, hoje Rede) e Sueli Vidigal (PDT). Com chances de chegar estão Sérgio Vidigal (PDT), Givaldo Vieira (PC do B), Márcia Lamas (PSB) e Guto Lorenzoni (Rede). Um pouco mais distante, mas disputando, está o médico Luiz Carlos Bezerra (PV). A concretizar o que se diz na boca miúda, Amaro Neto (PSL) vai abocanhar uma votação surpreendente na Serra, o que faz com que ele deva ter algum compromisso com a cidade.

R$ 190 mil eu quero…

Como já diz o ditado: Casa de ferreiro, o espeto é de pau. O candidato a deputado federal Gustavo De Biase (Rede) lavrou em cartório um compromisso público, caso seja eleito de renunciar a 50% do salário de deputado federal, 50% de verba de gabinete e 100% de aposentaria especial e “quaisquer outras regalias que existam ou venham a existir no Congresso Nacional”. Entre os argumentos do rapaz, está: “não podemos permitir que nossa população trabalhe uma vida inteira para sustentar deputados”. Mas o que chama a atenção é que De Biase recebeu R$ 190 mil do fundo eleitoral, ou seja, dinheiro público. Pergunta-se, porque o candidato não abriu mão dessa regalia também, que é igualmente imoral como as outras?

…eles não precisam

Só para se ter ideia da desproporcionalidade, dos 7 candidatos da Rede para deputado federal, apenas Edilamara Rangel recebeu recursos vindo da Rede, no valor de R$ 800. Nenhum outro recebeu nada, incluindo Guto Lorenzoni (Rede), candidato que veio chancelado pelo apoio do prefeito da Serra, Audifax Barcelos, que contribuiu muito em número de filiados e movimentações políticas em prol do partido. De Biase termina o termo de compromisso escrevendo: “Peço seu apoio e seu voto para construirmos um país melhor e justo”… É como se diz, entre o discurso e a prática…




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