O Nó da Gravata | Portal Tempo Novo

Serra, 22 de Abril de 2019

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O Nó da Gravata

por Conceição Nascimento

Xambinho e Magno Malta

Engana-se quem pensa que o ex-senador Magno Malta está afastado da política. O presidente do PR da Serra (um dos principais apoiadores de Malta), Miguel Maia, vem trabalhando no sentido de fortalecer o partido no município. Para isso, tem conversado com lideranças locais para formar uma chapa competitiva e eleger vereadores. Mas não para por aí. O PR quer mesmo é ser cabeça de chapa na disputa pela prefeitura e, para isso, ele e Magno Malta tem tido conversas com o deputado estadual Alexandre Xambinho (Rede), que hoje é um forte aliado do prefeito Audifax. “Se não for Xambinho, vamos buscar outros nomes que podem ser protagonistas da nova política na Serra”, afirma Maia.

Bruno 2020

Após o PSB pegar o Governo do Estado em 2018 com Renato Casagrande, o partido agora mira a Serra com o secretário estadual Bruno Lamas. Segundo graduadas fontes de dentro do PSB, Lamas está rodando os partidos (com suporte de Casagrande) para formar alianças políticas. Já estariam fechados com Lamas: o PP, por meio do secretário estadual Marcus Vicente; o PPS; o PTB; e o DEM, por meio do deputado estadual Theodorico Ferraço, que, inclusive, entregou a presidência do partido nas mãos de Adalto Lamas, irmão de Bruno.

Alegria dos suplentes

Falando em partido, o PDT da Serra está em polvorosa. Isso porque, em 2016, a composição PDT e PTdoB fez dois vereadores: Fábio Duarte e Nacib Haddad (ambos PDT). Acontece que os últimos acontecimentos têm deixado os suplentes da chapa esperançosos. Nacib foi afastado pela Justiça por conta de um processo que responde no âmbito da Operação Assepsia, que investiga suposto cartel de empresas para ganhar licitações. Fábio Duarte, por sua vez, vai encarar uma dura comissão de vereadores raivosos que querem cassá-lo do cargo sob o argumento de quebra de decoro parlamentar. Os suplentes Wanildo Sarnaglia (PTdoB) e Boy do INSS (PDT) já estão circulando pelo métier político em busca de um lugarzinho ao sol.

Se é Haddad, é comunista

Falando em Nacib, após o Tempo Novo dar a informação do afastamento do vereador, uma leitora das redes sociais comentou: “Comunista!”. Sem entender direito, outros leitores questionaram a moça sobre a razão de chamar Nacib de comunista. A resposta foi muito criativa: “PDT com Haddad no nome é o quê? Ou vocês vivem em cavernas?”… É mole não!

Os sem-escolta

A Secretária de Segurança Pública ainda está analisando o pedido de segurança feito pelo prefeito Audifax e pelos vereadores de oposição em meio a essa grave crise institucional. Lá se vão 22 dias e nada ainda…

Tensão crescente

A sessão da última quarta-feira (17) foi tensa e explicita bem o clima de forte tensão política que a Serra vive. Vereadores levantaram suspeitas de interferência política sobre a decisão que afastou o vereador Nacib Haddad e subiram o tom contra o prefeito. Já a base segue acuada, fragmentada, sem coordenação e tomando um banho dos oposicionistas.

Na aba do Jerê

O jovem Jeremias está voando no The Voice, e aqui na Serra, cidade onde o menino mora, a classe política está tentando tirar o máximo de proveito. Lindas homenagens têm sido feitas e pomposas publicações nas redes sociais rasgando seda a Jeremias. O ex-prefeito Sérgio Vidigal (PDT) chegou a publicar uma foto chorando com a vitória do menino, abocanhou umas belas curtidas com isso. Mas dizem por aí que quem está cercando mesmo é o secretário estadual Bruno Lamas (PSB), que quer colar sua imagem ao talentoso serrano.

De mãe para filha…

Nos bastidores políticos da cidade, especula-se o nome de Lara Milena Pimentel para a disputa pela Câmara de Vereadores em 2020. Lara vem a ser filha da vereadora afastada Neidia Maura (PSD) e seria uma opção, caso a vereadora fique inelegível após a conclusão do processo que tramita na 2ª Vara Criminal.

… com padrinho também

Procurado pela coluna, o presidente municipal do PSD, Flávio Serri, disse que vai incentivar a moça. “Não posso afirmar se isso está nos planos dela, mas ela gosta de política. É uma menina nova e seria bacana. Vou incentivar. Se for, tem o meu apoio”.

A nova trindade

Informações de bastidor dão conta de que nessa sexta-feira (12) haverá mais uma reunião entre o prefeito Audifax Barcelos (Rede) e os deputados Erick Musso (PRB) e Amaro Neto (PRB). Esses três estão ficando alinhadinhos mesmo…

Administrativo pode

Na última quarta-feira (10), um dos homens fortes de Audifax esteve na Câmara. Trata-se de Pedro Firme, secretário de Finanças. O objetivo foi apresentar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para os vereadores. A reportagem perguntou a um vereador que encabeça o movimento oposicionista se poderia ser um sinal de trégua entre o prefeito e o grupo de parlamentares liderados pelo presidente da Casa, Rodrigo Caldeira (Rede). A resposta foi categórica: “De jeito nenhum!”. É “só uma agenda administrativa”.

Anula-se multa ambientais

O Ministério Público vai investigar supostas irregularidades no cancelamento de 42 multas ambientais na prefeitura de Vitória. O Município diz que as multas foram canceladas por terem caducado e questiona a Câmara de Julgamento Técnico, que é um órgão parecido com o nosso Condemas (Conselho de Defesa do Meio Ambiente da Serra), responsável por julgar as multas. Dois vereadores da capital estão implicados na denúncia do MP. Quem aí se lembra dos misteriosos casos de cancelamento de multas por crime ambiental da poluidora Ambiental Serra/Cesan no Condemas…? Alôôô, MP!

Luz mais barata já

A EDP Espírito Santo segue na mira do deputado estadual Vandinho Leite (PSDB). Em duro pronunciamento esta semana na Assembleia Legislativa, ele acusou a empresa de omissão na tarifa social. Segundo o tucano, 250 mil famílias teriam o direito ao benefício no ES, mas “apenas 80 mil possuem”, porque “a EDP não informa e também não faz a mínima questão de informar”. Ele produziu um Projeto de Lei no qual a empresa é obrigada a informar sobre o benefício às famílias inclusas no CadÚnico. Lembrando que aqui na Serra, segundo dados da Prefeitura, havia 23 mil famílias cadastradas no CadÚnico em 2018.

Saúde de mãe e criança

Segundo o deputado federal e ex-prefeito, Sérgio Vidigal (PDT), o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, anunciou nesta quarta-feira (03) a liberação de recursos, na ordem R$ 24 milhões, para a continuidade das obras do Hospital Materno Infantil da Serra. Segundo Vidigal, serão R$ 10 milhões para este ano e mais R$ 14 milhões para o exercício de 2020. “O Hospital Materno Infantil é uma obra importante para o Espírito Santo e para a Serra, pois poderá reduzir os índices de mortalidade infantil, além de se tornar referência em atendimento humanizado às gestantes”, afirmou Vidigal.

Parceiro na hora difícil

Em relação ao mérito, a notícia é ótima para a cidade. O que também salta aos olhos é a questão política. Depois de falar ao Tempo Novo que ele e Audifax têm a “responsabilidade de apoiar alguém da Serra em 2020”, o pedetista deu sinais de que poderia topar um diálogo com o prefeito. Agora, no meio de uma crise institucional no município que envolve Audifax e a Câmara de Vereadores, Vidigal, além de não interferir – bem como tem afirmado os próprios “audifistas” -, resolveu trazer dinheiro de Brasília para uma das obras mais chanceladas pelo prefeito. É como diz Eymael (DC): Sinaaaais, fortes sinaaais…

Sem Cidadania

Há algumas semanas, o Tempo Novo registrou o interesse da Secretária Municipal da Mulher, Luciana Malini, de se lançar como candidata a prefeita da Serra em 2020. Na ocasião, o jornal disse que ela estava filiada ao Cidadania, antigo PPS. A direção municipal, por meio de Franz Rupert, entrou em contanto com a reportagem e esclareceu que Luciana não faz mais parte dos quadros do Cidadania.

Com Cidadania

Além disso,  o ex-PPS (atual Cidadania) local disse que o partido “trabalha com chapa completa de vereadores, e hoje temos 27 nomes e ainda conversamos com três vereadores de mandato esperando a janela partidária para vir para o partido. E já temos dois possíveis nomes para a disputa majoritária de prefeito”. Questionado sobre quem seriam esses nomes, Franz contemporizou dizendo que não poderia falar, mas adiantou que “um nome é do meio político e outro, do ramo empresarial, que nunca teve participação em política. Porém, está disposto a enfrentar as urnas”.

Porto desempombado

Após aparecer bem posicionado em enquete para prefeito da Serra publicada no Tempo Novo, o vereador Cabo Porto (PSB) já é lembrando por aliados do prefeito como um nome de expressão na disputa majoritária em 2020 ou mesmo como um possível vice. Um dos fatores favoráveis é que a bancada do PSB rachou na Câmara e Porto ficou com a base do prefeito Audifax, em meio a essa crise institucional entre o poder Executivo e o presidente da Câmara, Rodrigo Caldeira (Rede).

Polindo a urna

Falando em Brasília, quem subiu à tribuna da Câmara Federal para falar da Serra foi a deputada Soraya Manato (PSL). Ela comentou sobre o ranking que colocou a cidade entre as que mais registraram casos de dengue no Espírito Santo e também que a população ainda estaria “muito assustada”. Lembrando que a família Manato está de olhão grande no município. Na semana passada, o marido de Soraya, Carlos Manato, que é o nº 2 da Casa Civil de Bolsonaro, disse ao Tempo Novo que o plano é o seguinte: ou vai de Amaro Neto (PRB) para prefeito da Serra ou o PSL lança um nome próprio, e “pode ser eu”, disse Manato.

 

Volta povo

Vereadores apontaram esvaziamento nas galerias da Câmara da Serra e clamaram por mais presença popular. Fica a pergunta: como pode o trabalhador estar presente à Câmara se a sessão começa às 16h, em pleno horário comercial? Lembrando que esse horário foi estabelecido pela ex-vereadora Neidia Maura (PSD) durante a paralisação da Polícia Militar, em fevereiro de 2017, e mantido pelo atual Mesa Diretora.

Rumo a prefeitura

Na última quarta (27), o Tempo Novo publicou no site uma enquete com a pergunta: “Se as eleições fossem hoje, em qual desses nomes você votaria para prefeito da Serra?”. A audiência foi expressiva. Durante aproximadamente 16h em que a enquete ficou disponível, foram ao todo 5.013 votos. Foram cotadas 10 pessoas e os critérios foram: 1 – já demonstraram em conversas com a reportagem do jornal a possibilidade de serem candidatos; 2 – são atores políticos presentes nas rodas de conversa de bastidores e/ou nos seios partidários com fortes chances de efetivamente serem nomes viáveis.

Na pole de enquete

O resultado da enquete ficou assim: Bruno Lamas (PSB) em 1º, com 23%; seguido do Coronel Nylton Rodrigues (sem partido), com 20%; em 3º apareceu Cabo Porto (PSB), com 14%; na 4º posição, houve empate entre Sérgio Vidigal (PDT) e Vandinho Leite (PSDB), ambos com 12%; após estes, estão Carlos Manato (PSL), com 7%; Alexandre Xambinho (Rede), com 5%; Amaro Neto (PRB), com 4%; Luciana Malini (sem partido), com 2%; e, por último Rodrigo Caldeira, com 1% (Rede). 

Me incluam nisso

O secretário de Serviços, Igor Elson, já tem o seu fã-clube. Várias lideranças comunitárias acionaram a redação pedindo para colocar o nome dele na enquete de pré-candidato a prefeito. Eles alegaram que o “trabalho sério e ostensivo” que Igor vem desenvolvendo à frente da Sese o qualifica para ser candidato a prefeito na eleição do ano que vem. A ex-vereadora Sandra Gomes (Rede) também entrou em contato para lembrar que ela pode ser candidata.

Sem ciência, mas consciência

Vale ressaltar que esse tipo de enquete não contempla métodos científicos, próprios das normativas das pesquisas eleitorais. Portanto, não deve ser usado como ferramenta oficial ou formal para medir intenções de voto, tratando-se pura e exclusivamente de fomentar o debate democrático.

Daniel e leões da cova

Pelo visto, a Serra tem um motorista especialista em finanças públicas: trata-se de Daniel Ribeiro Luz. Isso porque ele fez uma denúncia de supostas irregularidades fiscais na prefeitura, o que acarretou a abertura de oito comissões de investigação. Além de motorista de profissão e craque em finanças públicas, curiosamente Daniel também já foi assessor de um vereador até agosto do ano passado. Para a oposição, que articulou a instalação das comissões, a denúncia é extensa e, por isso, tantas frentes de investigação. Já outros parlamentares acusam manobra para perseguir o prefeito Audifax Barcelos (Rede). Lembram que, por regra, os membros das comissões têm que ser escolhidos por sorteio; e com mais comissões, as chances de a oposição ocupar espaços mais vantajosos são, naturalmente, maiores.

Ditadura festiva

O Ministério Público Federal no Espírito Santo (MPF-ES) entrou na briga contra as comemorações pelos 55 anos do golpe de 31 de março de 1964, conforme propôs o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL). O órgão recomendou às Forças Armadas no Estado, às polícias Civil e Militar e ao Corpo de Bombeiros que se abstenham de promover qualquer comemoração em alusão ao golpe militar. Conforme documento emitido pelo MPF, qualquer manifestação em comemoração à data será considerada violação à ordem jurídica brasileira e a Constituição Federal.

Silenciados na caserna

Durante a semana, houve a troca de comando da 14º Companhia Independente da Serra. O major Maximiliano Werneck deu lugar ao major Rafael Fernando de Carvalho. Mas no campo político, o registro foi outro. O evento, claro, contou com a presença de várias lideranças políticas, como o prefeito Audifax Barcelos (Rede), o secretário de Estado Bruno Lamas (PSB), o deputado estadual Alexandre Xambinho (Rede), vários vereadores, entre outros. Apesar dos sorrisos e dos apertos de mão, o clima estava tenso. Muita fricção política, especialmente em torno do grupo de Audifax com Bruno Lamas, que tem caminhado para lados opostos. Os militares, sabidos que são, não abriram microfone para nenhum político; talvez já prevendo alguma situação desconfortável.

Em queda I

Os índices de aprovação do governo Bolsonaro despencaram 15 pontos de acordo com o Ibope, e agora batem na casa dos 34%. Essa queda também foi medida através de enquete no site do Tempo Novo; porém, é bom lembrar que, diferente dos resultados do Ibope, não guardam métodos científicos. No final de janeiro, o Tempo Novo perguntou: “Como você avalia o primeiro mês do governo Bolsonaro?”. À época, do total de 1407 votantes, 50% avaliaram como “bom”, 35% votaram no “ruim” e 15% optaram pelo “regular”.

Em queda II

Desta vez, a enquete foi publicada no início dessa semana com a pergunta: “Como você avalia os primeiros meses do governo Bolsonaro?”, referindo-se logicamente aos dois meses e meio da gestão do presidente da República. Do total de 752 votantes, 46% avaliaram como “ruim”, 42% votaram no “bom” e 13%, no “regular”.

Luciana 2020

Quem está ensaiando ser candidata a prefeita da Serra em 2020 é a secretária da Mulher, Luciana Malini (PPS). Ela é esposa do ex-deputado Jamir Malini (PP) e pode ser uma das surpresas. Sem Audifax e com a possibilidade do deputado Sérgio Vidigal (PDT) não ser candidato, a urna se torna imprevisível…

Condenas o aumento

Na semana passada, o Tempo Novo noticiou o aumento de 1500% na taxa municipal para eventos na Serra. Pulou de R$ 217 para R$ 3.790. A informação causou constrangimento no Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente(Condemas), que é por onde passa esse tipo de medida. Segundo informações de alguns conselheiros, eles pretendem articular junto à prefeitura para reduzir o valor da taxa. “Temos que decidir se o Condemas existe apenas para abonar multas ou se de fato ele é um coletivo de pessoas engajadas com as questões importantes da Serra”, esbravejou um dos conselheiros. Segundo consta, a paternidade desse super aumento ficou nas costas do ex-secretário de Meio Ambiente, Marcos Franco.

Bomba relógio na EDP

Depois do deputado estadual Vandinho Leite (PSDB) se armar contra a EDP e o suposto abuso nas contas de energia, os vereadores também usaram a tribuna para denunciar a empresa. Foram muitos discursos e reclamações sobre o aumento no valor cobrado ao consumidor da Serra. Quem saiu numa espécie de “defesa branca” da empresa foi o vereador Stefano Andrade (PHS), que inclusive,antes de ser parlamentar, foi funcionário da própria EDP. É corporativismo que fala?

Abaixo a cultura

Produtores de eventos da Serra estão só a bronca com a prefeitura. Segundo alguns deles, em 2019, a ‘taxa de liberação para eventos especiais’no município subiu de R$ 217 para R$ 3.790, um crescimento de aproximadamente 1.500%. 

Vida noturna na UTI

Falando nisso, há algumas semanas,duas das maiores boates da cidade fecharam as portas: a do Boliche e a Usina, ambas em Laranjeiras. Agora, no local das casas noturnas, foram inauguradas duas Igrejas.

Bunker de Manguinhos

Na contramão desses fechamentos, está a comunidade de Manguinhos, que inclusive foi palco de um carnaval muito bem avaliado. O líder comunitário do bairro, Guilherme Lima, entrou em contato com o Tempo Novo para anunciar: o Festival de Jazz vai voltar. A promessa é não medir esforços para recolocar no calendário da cidade esse evento. Guilherme diz que tem o apoio dos moradores e comerciantes do balneário e recebeu sinais positivos tanto do Governo do Estado quanto da Prefeitura para tocar o projeto.

Manato sem salto

Lideranças políticas expressivas da Serra têm relatado uma mudança de comportamento do presidente do PSL capixaba, Carlos Manato, atual número 2 da Casa Civil de Bolsonaro. Segundo relatos, logo após a vitória de Bolsonaro nas urnas, Manato ficou com o nariz em pé, atendia quem queria, conversava com poucos, era de difícil acesso. Agora, ele “desceu do pedestal”, tem conversado com lideranças locais, conjecturado possibilidades, especialmente para a eleição de 2020. Talvez a euforia da vitória nas urnas já estava passando…

Magno, o largado

 E o ex-senador Magno Malta (PR), que fim deu? Após amargar a reserva no time de Bolsonaro, ainda perdeu a esposa, a deputado federal Lauriete Rodrigues (PR), que anunciou semanas atrás o divórcio. Mas ele tem andado pelo Brasil fazendo shows para o público gospel e, de vez em quando, dá uns pitacos políticos nas redes sociais; porém, longe de ter aquela audiência de tempos atrás.

Café com Jeremias

Essa semana aconteceu mais uma edição do Caneg, que é o evento que reúne a nata do empresariado loca,l além de políticos e personalidades. Dessa vez, contou com a presença do governador Renato Casagrande (PSB), do prefeito Audifax Barcelos (Rede) e do secretário estadual Bruno Lamas (PSB). Mas quem desbancou essa turma toda foi o jovem Jeremias Reis, o popstar mirim que está fazendo um sucesso danado no The Voice BrasilKids. Menino despachado, ele andou entre os participantes e bateu papo com todo mundo. Rolou até fila para tirar uma selfiecom o jovem serrano. Esse garoto vai longe…

Uma Rose para Vale

A senadora Rose de Freitas (PODE-ES) foi eleita, nesta quarta-feira (13), presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado que vai investigar as causas do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho. Em quase quatro décadas de vida pública, Rose nunca foi reconhecida por ser uma crítica à Vale e à mineração, apesar de a empresa ser uma das maiores responsáveis pela poluição no Espírito Santo. Inclusive, suas posições a respeito do assunto durante a eleição de 2018, quando concorreu ao Governo do Estado, são consideradas tímidas. Além disso, nem de longe ela foi uma das pessoas mais atuantes no caso do rompimento da barragem da Samarco em Mariana, que atingiu diretamente o estado capixaba. É aguardar para ver.

 

A magia de 2020

É conversa recorrente nos corredores da Prefeitura da Serra, principalmente entre os membros da “cozinha” do prefeito Audifax Barcelos (Rede), de que existem fortes possibilidades de o ex-prefeito e atual deputado federal Sérgio Vidigal (PDT) e Barcelos caminharem juntos nas eleições de 2020.

Nem eu, nem você…

Os boatos ganham força porque Vidigal poderia não ser candidato, em função de processos que podem torná-lo inelegível, como também em função da perda de capilaridade eleitoral nos últimos anos. Esse cenário se configura com dois dos principais nomes da política serrana, Vidigal e Audifax, fora da disputa eleitoral. O nome que poderia ser o elo entre os dois poderia ser escolhido a quatro mãos para suceder Audifax, que está no segundo mandato consecutivo e, portanto, impedido de disputar reeleição.

…então: é ele!

O que poderia unir os dois líderes seria um nome comum a ambos para representá-los na disputa de prefeito do município. Isso representaria a união dos adversários políticos “em prol da Serra”.

Lua de mel em crise

Ao menos três movimentações de vereadores da Serra estão incomodando o sexto andar da prefeitura. Após aprovarem, em uma mesma sessão, um projeto que aumenta o poder de fiscalização dos parlamentares nas repartições públicas e outro que limita os poderes da administração para a implantação de PPPs, os vereadores agora se movimentam em busca de assinaturas para instituir a CPI que vai investigar supostas irregularidades na área da saúde. Será que a “lua de mel” entre Executivo e Legislativo pode estar chegando ao fim?

Um Porto para Nylton

Quem está disposto a entrar em um confronto direto com o secretário de Defesa Social da Serra, coronel Nylton, é o também militar vereador Cabo Porto (PSB). Esta semana ele fez duras críticas nas redes sociais direcionadas ao secretário. Nos bastidores políticos, Porto estaria fazendo esse movimento a pedido da Direção Municipal do PSB.

Ex-adversários

Outrora adversários, os deputados estaduais que têm domicílio eleitoral na Serra, Alexandre Xambinho (Rede) e Vandinho Leite (PSDB), estão bem próximos na Assembleia Legislativa. Os dois parlamentares se aproximaram muito durante as discussões para eleição da Mesa Diretora da Casa, quando ficaram no mesmo grupo, que reconduziu Erick Musso (PRB) ao posto de presidente. A partir daí, abriram-se os caminhos para que ambas as lideranças serranas estabelecessem um relacionamento, que pode ter desdobramentos em 2020, uma vez que os dois são cotados para a disputa eleitoral.

Pactuando com vereadores

O governador Renato Casagrande (PSB) reuniu vereadores da Serra, nesta terça-feira (26), no Palácio Anchieta. Esse é o terceiro encontro de uma série de conversas que o socialista está realizando para ouvir temas relativos a cada município e abrir um canal de diálogo entre o Governo e as câmaras municipais.Dezessete parlamentares compareceram ao encontro. Foi sentida a ausência do Pastor Ailton (PSC), que se recupera de uma cirurgia. Além dele, estavam ausentes Gilmar Dadalto (PSDB), Luiz Carlos Moreira (MDB), Quelcia Fraga (PSC) e Robinho Gari (PV). 

Ensaio de rebelião

O ano de 2019 não deve ser muito fácil para o prefeito da Serra, Audifax Barcelos (Rede), em relação à Câmara de Vereadores. Esta semana, dois projetos de lei aprovados na Casa ampliam o poder de fiscalização dos vereadores. Um deles prevê que o Legislativo autorize concessões patrocinadas e/ou administrativas por meio de PPP, situação que atualmente pode ser realizada por meio de decreto. Além disso, aliados do prefeito começam a migrar para um bloco de oposição, que estava reduzido a três vereadores.

Vaga socialista

Um dos principais nomes do núcleo duro do PSB de Renato Casagrande, Luiz Carlos Ciciliotti, assumiu uma cadeira no Tribunal de Contas do Espírito Santo, com promessas de atuar fortemente no combate à corrupção. Ciciliotti assumiu a vaga do conselheiro aposentado compulsoriamente Valci Ferreira. 

Na capital secreta do mundo

O auditor fiscal da Prefeitura da Serra Cláudio Melo, depois de passagens eficientes e incontestáveis como secretário de Finanças e de Administração, foi emprestar seus conhecimentos ao município de Cachoeiro de Itapemirim, como titular da Secretaria de Administração. Claúdio atendeu a um convite do prefeito Vitor Coelho (PDB). A posse foi no início da semana.

Fervura na conta de luz

Após constantes reclamações sobre os altos valores da conta de energia elétrica, o deputado estadual Vandinho Leite (PSDB) convocou uma audiência pública sobre o assunto. O evento reuniu representantes da EDP Escelsa e outras autoridades para discutir os valores, apontados como abusivos. Para a EDP, o aumento foi causado pelo uso de ar-condicionado e de chuveiro em função do verão. Os deputados, incrédulos, pediram que o Procon e o Ministério Público Estadual investiguem o assunto.

Quero ser prefeito

O médico Fernando Costa, assíduo frequentador da orla serrana e morador de Manguinhos, defende novos nomes para disputar a Prefeitura da Serra no ano que vem. Ele já se colocou à disposição e, se aparecer algum partido em busca de um nome novo e com coragem para enfrentar as “feras”, é só convidá-lo.

Amizade à vista

Esta semana, especulações que circularam na Serra deram conta de que o prefeito Audifax Barcelos (Rede) esteve com o governador Renato Casagrande (PSB) a portas fechadas. O assunto seria um calendário de obras para o município, e pessoas do meio político apostam numa aproximação pessoal entre ambos. Inclusive, na última quarta (20), havia a informação de que Casagrande e Audifax viajariam juntos para Brasília. O objetivo seria tratar sobre o início das obras do Contorno do Mestre Álvaro. Quanto à viagem, a informação foi negada pela assessoria do prefeito.

Receita do afeto

Essa aproximação se deu após a resolução do embate envolvendo os convênios. O Governo do Estado convenceu a Prefeitura da Serra a devolver os R$ 14 milhões que já tinham sido repassados pelo ex-governador Paulo Hartung (sem partido). A condição foi que o Estado dê celeridade aos processos de análise e repactuação dos convênios.

Teste de fidelidade

Apesar da aproximação entre eles, nas próximas semanas o meio político aguarda para ver como serão as negociações para a eleição da Associação dos Municípios do Espírito Santo (Amunes). Casagrande quer rifar o atual presidente, Guerino Zanon (MDB). Uma ala forte do PSB – que inclui políticos como Paulo Folleto, Bruno Lamas e Freitas -, defende o prefeito de Nova Venécia, Lubiana Barrigueira, do PSB. Já Audifax tem mais proximidade com Gilson Daniel (Pode), de Viana. Vamos esperar para ver!

Mesa mais farta

Esta semana, a Câmara da Serra reajustou em 5,51 % o valor do auxílio-alimentação. A partir de agora, a Casa pagará a cada servidor, R$ 663,05 por mês. Vereadores não são contemplados com o benefício. 

A magia da habilidade

O deputado Vandinho Leite (PSDB) é reconhecido pela sua habilidade política de transformar “pequenas” oportunidades em grandes. E nesse início de mandato ele não está deixando a desejar. Vandinho é da Comissão de Defesa do Consumidor, que historicamente nunca se transformou numa vitrine política. Entretanto, ele já deu um jeito nisso: convocou a EDP Escelsa para uma audiência pública que promete apertar a empresa contra “preços abusivos” na conta de energia.

Cutucando a onça…

Além disso, Vandinho está presidindo a Comissão de Educação. Esta semana, ele fez duras críticas ao governo de Casagrande. Segundo o deputado, as escolas estaduais estão “90% irregulares”. Ele denuncia que faltam até extintores, e lembrou a tragédia no CT do Flamengo, onde 10 jovens morreram após um incêndio. Vandinho já deu sinais de como deve ser sua relação com o Governo do Estado.

Folia magra e realeza nua

O ano é novo, mas a história se repete. Escolas de samba e blocos de carnaval na Serra estão “sangrando” novamente à espera de uma “ajuda” do município. Até a quinta-feira (21), a prefeitura não tinha repassado nenhum valor para as agremiações que representam o município no Sambão do Povo, em Vitória. Os desfiles das escolas serranas acontecem nesta sexta (22), sendo que a apresentação de uma delas estava prevista para a quinta (21). A Serra também cortou ajuda com trio para os blocos. A Família Real sequer foi anunciada pelo município. Rei Momo, Rainha e Princesas estão sem roupa.

 

Vereadores descartáveis

A Prefeitura da Serra vai licitar nos próximos dias uma Parceria Público-Privada na área do lixo. O valor é colossal: são R$ 2.5 bilhões pelos próximos 30 anos. Mas a Câmara da Serra sequer vai poder emitir opinião a respeito do assunto, já que em 2017 foi aprovado pelos próprios vereadores um projeto de lei que permite o poder Executivo municipal de firmar PPPs por meio de decreto. Inclusive, na própria audiência pública que detalhou a PPP do Lixo, estiveram presentes menos de meia dúzia de parlamentares.

O pecado de Galileu

Agora, para o que não presta, parece que alguns parlamentares despendem grande atenção. Uma confusão danada está estabelecida na Câmara por conta de postagens de áudio em um grupo de Whatsapp do meio político. Uma pessoa desconhecida está simulando uma voz ‘tenebrosa e sarcástica’, em que são narrados supostos casos de teor sexual que estariam acontecendo na Casa de Leis. Apesar das suspeitas de quem seja o autor dos áudios, o mesmo ainda não foi desmascarado. Mas não dá para negar que ele sabe de muita coisa e as suas revelações têm deixado alguns vereadores bastante preocupados. Um nome falso de ‘Raphaella  Galileu’ tem sido usado pelo(a) autor(a) dos áudios.

Teste para candidatos

Nessa semana, o bairro escolhido para as andanças do prefeito Audifax Barcelos (Rede) e seu secretariado foi André Caloni. O objetivo é se aproximar da população, colher demandas e fiscalizar obras. Dessa vez, o secretário de Defesa Social, Nylton Rodrigues, esteve presente. Nylton tenta cavar seu espaço na sucessão política do prefeito.

Também tô na fita

Também buscando seu lugar ao sol, está o deputado estadual Alexandre Xambinho (Rede). O jovem político recebeu Audifax em seu gabinete durante esta semana. Ele também briga pela ponta da sucessão na Serra.

Troca de inquilinos

Parece que o PP pode sair da base política de Audifax. Isso porque o presidente estadual do partido, Marcus Vicente, ofereceu o PP da Serra de bandeja para o deputado Renzo Vasconcelos (PP). E Renzo quer tirar o ex-deputado Jamir Malini e subir um aliado seu para a presidência da sigla. Acontece que informações de bastidores dão conta de que esse nome também teria muita proximidade com o deputado federal Sérgio Vidigal (PDT).

Sentiu firmeza?

Esta semana foi nomeado o novo secretário municipal da Fazenda. Trata-se de Pedro Firme, nome muito próximo de Audifax e que há muito exerce grande influência no time do prefeito.

Audifax na cola do Casa

Em março haverá nova eleição para a Associação dos Municípios do Estado do Espírito Santo (Amunes). Segundo fontes de bastidores, o prefeito Audifax estaria disposto a fazer oposição a uma possível chapa articulada pelo Palácio Anchieta.

Novatos

Na última quinta-feira (14), o Partido Novo reuniu membros e simpatizantes no restaurante Serra Grande. A turma está animada com o crescimento da sigla em nível nacional e quer fazer bonito na eleição de 2020 na Serra. Estiveram presentes vários jovens, como Wesley Vieira dos Santos – um dos articuladores do partido na Serra -, e  representantes do setor produtivo, como o empresário Wylson Zon.

Picada de cobra em carioca

Na última quarta-feira (13), o Serra venceu o Remo pela Copa do Brasil e agora vai enfrentar o Vasco da Gama no próximo dia 20, no Kleber Andrade. Curioso é que em 2019 faz exatos 20 anos de um dos momentos mais gloriosos do clube: quando o Cobra Coral venceu o Fluminense no Maracanã pelo Brasileirão da Série C e subiu para a Série B. Na época, o presidente do time serrano era Claúdio Mello; hoje, quem dirige o Serra é João Piol.

 

 

Cadê o Nylton?

Para se aproximar da população, o prefeito Audifax Barcelos (Rede) lançou o projeto “Prefeitura da Serra Perto de Você”, e junto com ele colocou o secretariado para bater perna nos bairros, colher demandas, conversar com a população e fiscalizar obras. Curioso é que o secretário de Defesa Social Nylton Rodrigues, que vem sendo cotado para a sucessão de Audifax, não foi escalado para fazer parte destas caminhadas. Bom, talvez o coronel não esteja ‘tãããão’ cotado assim…

Fazenda firme

Dando prosseguimento à reformulação de sua equipe, o prefeito Audifax Barcelos nomeou na última quarta-feira, Pedro Firme para ser o secretário de Fazenda. Pedro que é engenheiro, já foi funcionário da antiga Companhia Vale do Rio Doce, aposentou-se como auditor fiscal pela Prefeitura de Vitória e foi diretor do Iopes – Instituto de Obras Públicas do Espírito Santo, de 2009 a 2012. Essa será a segunda passagem de Pedro Firme pelo comando das finanças da Serra. Ele foi o titular da pasta no primeiro mandato de Audifax, entre os anos de 2005 a 2008.

Testando holofote

O deputado Vandinho Leite (PSDB) chegou causando na Assembleia. No início da semana protocolou um projeto de lei chamado “Escola Sem Doutrinação”, que afirma que “é fato notório que professores e autores de livros didáticos vêm-se utilizando de suas aulas e de suas obras para tentar obter a adesão dos estudantes a determinadas correntes políticas e ideológicas, incompatíveis com os que lhes são ensinados por seus pais ou responsáveis”. E prega uma espécie de “pluralismo de ideias” e cita Olavo de Carvalho como inspiração. Nas redes sociais o projeto teve adesão por alguns usuários, mas em grupos de What’sApp de professores da Serra, que o Tempo Novo tem acesso, houveram muitas críticas, como a “demonização do professor”. Este é um tema espinhoso e com seus ônus e bônus, Vandinho parece ter topado embarcar.

Patrulha totalitária

Quem criticou a proposta de Vandinho nas redes sociais, foi o ex-deputado, professor Roberto Carlos (Rede), que é atual secretário de Trabalho da Serra: “Este caminho, da patrulha ideológica, já foi percorrido pelos países que vivenciaram regimes totalitários. Nós, brasileiros, com certeza não queremos trilhar por ele”.

Na boa com Jair

A maioria dos serranos parecem estar animados com o Governo Bolsonaro. Em enquete publicada essa semana no site do Tempo Novo, com a pergunta: ‘Como você avalia o primeiro mês do governo Bolsonaro?’, dos 872 votantes, 53% avaliou como “bom”, 32% optaram pelo “ruim” e 16% como “regular”. Lembrando que se trata de uma enquete que não é feita sob critérios científicos tal como as pesquisas de avaliação.

Epidemia de divórcios

Parece que a bruxa esta solta na Câmara. Esse ano, ao menos dois vereadores estão se separando das esposas. A coluna não vai citar os nomes dos parlamentares para não expor os mesmos, uma vez que se trata de um assunto particular. Nos corredores já tem gente se perguntando, quem será o próximo? Em grupos de What’sApp ligados a política estão tratando o tema como “onda de divórcios na Câmara”…

Diploma de Comissionado

O Ministério Público do ES, através da Promotoria da Serra se pronunciou sobre o decreto Nº 4120/2019, que define níveis de escolaridade para ocupar cargos comissionados na Serra. O órgão informou que está “analisando” o decreto, mas não quis dar outros detalhes. O decreto estipula obrigatoriedade de nível médio em cargos CC5 e nível superior nos demais. Especulações de bastidores davam conta de uma pressão muito forte sob Audifax para rever a medida, uma vez que atingem aliados, mas essa semana, novas informações chegaram à coluna, afirmando que é muito pouco provável que Audifax irá voltar atrás. O decreto já foi publicado há três semanas, mas até agora a Prefeitura não se pronunciou publicamente.

 

Popstar de urna e voto

Após abrir escritório na Serra e ser anunciado como possível candidato a prefeito no município, o apresentado Amaro Neto andou dando as caras na cidade na última semana. O deputado federal esteve nas instalações da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais da Serra – Apae, em Laranjeiras, fazendo uma visitinha ao projeto Abram as Cortinas, que atende jovens acima de 18 anos com necessidades especiais. Amaro claro causou!  Os alunos que estudam na Apae parecem ser fãs do apresentador de televisão. Rolou muitos abraços e sorrisos. É o novo popstar da política capixaba pós Magno Malta.  Esse Amaro não perde tempo, hein?!

Renato? Nem pensar

Essa semana Jorge Teixeira deixou a titularidade da Secretária de Finanças da Serra e quem vai assumir a função é Dalva Guterra, que ocupava a assessoria especial para Captação de Recursos.  Em tempo: Jorge é irmão da secretária estadual de comunicação, Flávia Mignone, que é uma das pessoas fortes no núcleo duro do Governador Renato Casagrande (PSB).

Cabo encara coronel

Falando no PSB, quem já está com o pé na oposição é o vereador Cabo Porto (PSB). Aliado de deputado estadual Bruno Lamas (também do PSB). Porto está na linha de confronto com o secretário de Defesa Social Nylton Rodrigues, cotado inclusive para sucessão de Audifax na Serra. A promessa é de que ele se torne um contraponto do coronel Nylton e uma pedra no sapato no coronel.

Vale sem roçadeira

Além de vitimar milhares de pessoas, causar dor às famílias e danos ambientais e sociais irreparáveis, contaminar uma das bacias hidrográficas mais importantes da América Latina, a tragédia em Brumadinho (Vale) também causou atraso na retirada do mato da linha férrea do bairro Central Carapina. Segundo informações, a Vale reagendou o trabalho para o início de fevereiro. Deve estar ruim colocar a cara pra fora né?!

Bravos com Casa

Essa semana o time de oposição contra Casagrande ficou maior. O Movimento Brasil Livre (MBL), o Instituto Liberal do Espírito Santo (Iles) e o Movimento Vem Pra Rua anunciaram juntos que passarão a compor o “bloco de oposição popular” ao Governo do socialista. Eles listam motivos como “indicações meramente políticas” e dar “abrigo a aliados perdedores e investigados por corrupção”.

Mostrando serviço

O senador eleito Fabiano Contarato esteve em Brasília essa semana. Segundo Contarato, ele já até assinou o requerimento para instauração da CPI das barragens. “Quatro propostas de flexibilização do licenciamento ambiental, pelo menos, tramitaram no Congresso Nacional, motivadas por lobbies […] Estou acompanhando tudo sobre Brumadinho porque isso não ficará assim: vamos apurar e exigir a punição de quem for responsável pelo que aconteceu. Vamos apoiar as famílias das vítimas e ser rigorosos com a empresa e as autoridades que falharam”, disse ele nas redes sociais.

Desembaraçar da rede

Especulações no meio político da Serra dão conta de que o prefeito Audifax Barcelos pode deixar a Rede e migrar para o Podemos. Partido da senadora Rose de Freitas e do senador e candidato a presidente em 2018, Álvaro Dias. O martelo ainda não teria sido batido, mas as negociações estariam em curso. Lembrando que Rede não atingiu a clausula de barreira na eleição e deve ser incorporado ao PPS a nível nacional.

 

Paga e não leva

Moradores do bairro José de Anchieta estão articulando um abaixo assinado contra a poluidora Ambiental Serra/Cesan. O motivo seria cobrança indevida, uma vez que os moradores acusam a empresa de estar jogando esgoto coletado e cobrado das residências de José de Anchieta na rede de drenagem pluvial. Segundo eles, essa rede é antiga e não dá em nenhuma elevatória, que deveria bombear o esgoto para a estação de tratamento que fica perto de Furnas. Eles acreditam que estão sendo cobrados por um serviço de tratamento que objetivamente não está sendo feito.

Armação ilimitada

O assunto ‘armas’ divide opiniões. Essa semana o Tempo Novo publicou enquete no site com a pergunta: “Você é a favor da facilitação da posse de arma no Brasil?”, de um total de 524 votantes, 53% optou pelo ‘não’ e 47% pelo ‘sim’.

Casa apertado 1

Essa semana em Brasília o PT se reuniu com integrantes do PCdoB e do PSB para discutir um blocão de oposição ao governo de Jair Bolsonaro. Há a expectativa de uma definição sobre a viabilidade dessa aliança na semana que vem. Aliados de Casagrande se dizem preocupados com essa possibilidade e temem que isso possa redundar em afastamento político e administrativo do ES com Brasília.

Casa apertado 2

Falando em Casagrande, nos bastidores entende-se que o Governador não obteve êxito nas negociações para eleição da Mesa Diretora. O deputado Erick Musso (PRB) consolidou um grupo grande de aliados e conseguiu viabilizar seu nome na disputa. Parece que além de Musso, os novos “donos” da Assembleia serão Marcelo Santos (PDT), Enivaldo do Anjos (PSD) e José Esmeraldo (MDB), todos raposas políticas que podem no futuro gerar dificuldades políticas para Casagrande.

Desfalque municipal 1

Tomam posse no próximo dia 01 de fevereiro os 30 deputados estaduais, cujo mandato vai até 2022; destes, 15 são novatos na Casa. A Serra emplaca 3 representantes na Casa, mas em seguida o reeleito Bruno Lamas (PSB) assume a Secretaria de Estado de Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social (Setades). Bruno será substituído por Freitas, o primeiro suplente, também do PSB, que representa a região Norte do Estado.

Desfalque municipal 2

“Vou apresentar meus Projetos de Lei, minhas demandas e prioridades para Serra. Quero receber meus colegas deputados, especialmente os da Serra. Feito isso, sigo para Setades, que será a secretaria do Trabalho”, disse Lamas. Ele informou que deixa a Ales na mesma semana da posse. A Serra será representada por Vandinho Leite (PSDB) e Alexandre Xambinho (Rede). Este último será substituído na Câmara da Serra por Ericson Duarte (Rede).

Herói para voto

Já tem burburinhos entre políticos da Serra para ensaiar uma investida no porteiro Alex Sandro Lima, que ganhou notoriedade após salvar uma criança que estava se afogando em condomínio da Serra. As especulações dão conta de que ele estaria sendo cobiçado por siglas visando à eleição de 2020 para vereador. Quem sabe Alex não possa ajudar alguma liderança política a sair do afogamento, tem muitas submersas por aí…

Sem fé em Adão

O deputado Carlos Manato (PSL), que será o número dois na Casa Civil do Governo Bolsonaro, vinha dizendo por aí que lançaria um “médico e empresário” para prefeito da Serra em 2020. Acontece que na semana passada, Manato surpreendeu o mercado político ao anunciar uma parceria com o PRB e a intenção de trazer o deputado Amaro Neto para a disputa no município. Segundo fontes que o Tempo Novo apurou, o médico e empresário que foi deixado de lado trata-se de Adão Célia, figura conhecidíssima nas rodas políticas da Serra. Parece que Manato e Adão entraram em rota de colisão durante o processo de venda de um hospital na Serra, da qual os dois faziam parte da sociedade. E isso jogou água no chopp que inviabilizou os planos políticos entre os dois.

Fé em Adão

Se Manato não quer. Tem quem queira. Segundo informações do ninho tucano na Serra, a ala mais experiente do PSDB toparia trazer Adão Célia e lançá-lo para Prefeito da Serra, um dos articuladores desse movimento nos bastidores seria o ex-prefeito João Batista da Motta. Além de médico, Adão Célia também é dono da cachaça Princesa Isabel, uma das mais premiadas no Brasil. Há muitos anos Adão nutre a vontade de engendrar para a política, falta agora combinar com a turma mais jovem do PSDB.

Na conta do Abreu

Ainda sobre os tucanos, muitos deles estão incomodados com a nomeação do correligionário Júnior Abreu para o comando da Secretária de Esportes. Acontece que Abreu que é do PSDB foi indicado pelo deputado Sérgio Vidigal do PDT, após o declínio do deputado Marcelo Santos (PDT). Tucanos se perguntam: para quem Junior Abreu vai rezar?

Inimigo de estimação

O vereador Cabo Porto, um dos defensores da anistia concedida pelo governador Casagrande (PSB) aos policias envolvidos com a paralisação da Polícia em fevereiro de 2017, promete: não vai dar vida fácil para o futuro secretário de defesa social Nylton Rodrigues. Cabo Porto teceu duras críticas contra Nylton após ele se posicionar contra o projeto da anistia. “Lutarei sempre contra ele”, diz Porto.

Se colar, colou

Especulações dão conta de que o deputado Bruno Lamas (PSB) ainda está no jogo para a eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa. Mesmo anunciado como Secretário Estadual de Desenvolvimento Social, o deputado ainda faz movimentos para se colocar como candidato a presidente, se colar, colou, e Bruno passaria o comando da Secretária para algum aliado. Mataria dois coelhos com uma cajadada só. Falta combinar agora com o restante dos deputados, que aparentemente se uniram em bloco em torno do atual presidente Erick Musso (PRB).

Canal direto

Sem sair de casa, e com um click no celular, o cidadão da Serra poderá sugerir projetos de lei para a cidade, emendas a projetos em tramitação na Câmara de Vereadores, fazer reclamações, denúncias, elogios e pedir serviços para as comunidades. Foi disponibilizado no último dia 16 o Gabinete Online (http://www.cidadaoparticipa.com.br/geraldinhopc/), iniciativa do vereador Geraldinho PC (PDT). Ele explica que o objetivo é reduzir a distância entre a população e os órgãos competentes. “Este é um canal de comunicação entre os poderes e as comunidades. O cidadão pode fazer solicitações, denúncias, elogios e outros. O gabinete online vai ficar à disposição do povo”, disse o vereador.

Missão cumprida

Essa semana o Tribunal de Contas julgou como regulares as contas do servidor Cláudio Mello quando esteve à frente da Secretária de Administração e Recursos Humanos da Serra. Para a reportagem, Cláudio comemorou: “Missão Cumprida. Quatro anos ordenando 17 secretarias com orçamento anual da ordem de R$ 600 milhões, totalizando R$ 2,4 bilhões e todas as prestações de contas aprovadas junto aos órgãos de controles externos”.

 

 

O novo Audifax

Quem está mandando ver nos vídeos em redes sociais é o prefeito Audifax Barcelos (Rede). Diferente daqueles típicos vídeos de políticos dentro de gabinetes e com terno e gravata falando de assuntos complicados, o prefeito optou por um formato mais popular. Por conta própria ele puxa o celular e faz auto filmagens durante visitas em obras, no meio da população, circulando pela cidade, de forma descontraída, mas objetiva em falar das ações e das medidas que o município vem promovendo. Parece que Audifax está tomando gosto pela coisa e se reciclando para esse novo jeito de fazer política.

Na aba do Jerê

O talentoso Jeremias Reis de apenas 11 anos, morador de Central Carapina, arrebentou no The Voice Brasil no final de semana passado. Tomando carona no sucesso do jovem serrano, uma horda de políticos da Serra saiu por aí exaltando o jovem e tentando colar sua imagem à dele. De vários vereadores até os dois principais líderes políticos da Serra, o prefeito Audifax e o deputado federal Sérgio Vidigal (PDT), fizeram menção a Jeremias e rasgaram seda nas redes sociais com o sucesso do menino. Como diria o ditado, quando o filho é bonito aparece um monte de pai…

Fofoca sexual

Após estourar o caso do suposto estupro do deputado Luiz Durão (PDT), circulou uma fofoca de que a Serra “também tem o seu tarado”. Segundo texto publicado em vários grupos de What’sApp e páginas no Facebook, trata-se de um “político tarado” e que essa “bomba” iria estourar mais pra frente. Fica aí a dúvida…

Palavra dada…

Há cerca de dois meses o então governador eleito Renato Casagrande (PSB), acompanhado do deputado Bruno Lamas (PSB), afirmou em vídeo que iria cumprir os convênios firmados entre a Serra e o ex-governador Paulo Hartung.  “Nós vamos cumprir esse convênios, só queremos que eles sejam feitos de forma justa e legal […] vamos executar o convênio a partir do ano que vem”, disse Casagrande. Na época se discutia a forma de pagamento se seria parcelado ou em cota única, mas entendia-se que os recursos estavam assegurados. Acontece que se contradizendo, o primeiro ato do Governo de Casagrande foi suspender R$ 24 milhões em convênios com a Serra.

… não se volta atrás

Na mesma publicação o deputado Bruno Lamas escreveu: “os recursos para a Serra estão garantidos. Isso é compromisso”, e afirmou que “todos os convênios de transferência de recursos para a Serra serão cumpridos rigorosamente em dia e dentro da legalidade e da moralidade”. Pegou mal… Pô Casão e Bruno, aí não hein!

Dupla Jean e Xambinho

Após ser acusado de agredir a então namorada, o ex-subsecretário de Direitos Humanos da Serra, Jean Cassiano foi colocado na geladeira e não deve reassumir o cargo. Qual seria então o destino de Jean? A aposta é que ele seja absorvido pelo gabinete do deputado estadual eleito, Alexandre Xambinho (Rede), uma vez que Cassiano foi um dos principais cabos eleitorais durante a campanha. Procurado pela reportagem, Xambinho desconversou, mas deixou uma brecha aberta: “Não existe moeda de troca pelo apoio dele, Jean é uma pessoa que confia no nosso trabalho e vestiu a nossa camisa durante a campanha, agora não podemos julgar ele antes que finalize a investigação do processo que ele está sofrendo”. Jean se defende afirmando ser vítima de armação da ex-namorada.

 

 

Populismo digital

A onda populista virtual parece que chegou para ficar. Talvez inspirados no prefeito de Colatina, Sergio Meneguelli (MDB), vereadores da Serra estão sendo ‘fortuitamente’ filmados em seus bairros, capinando meio fio, pintando ruas, varrendo calçadas, etc. Depois, como num passe de mágica, estes vídeos aparecem nas redes sociais dos vereadores, tecendo autoelogios e exaltando sua boa fé e comprometimento com a comunidade… Deve ser a eleição chegando. Será que o povo vai cair nessa?

Socos, tapas e chutes

O ex-subsecretário de Direitos Humanos Jean Cassiano, está sendo novamente acusado pela namorada, Priscila Pimentel de agressão. Jean foi exonerado no dia 31, e logo após a queima dos fogos, ele e Priscila se desentenderam. Ela é comerciante de Serra-Sede, e diz que após uma crise de ciúmes, Jean começou a agredi-la verbalmente com palavrões, seguido de ameaça de morte e agressões físicas, como socos, tapas e chutes. Durante a semana circulou fotos da jovem com machucados e um sangramento na cabeça. Foi lavrado um boletim de ocorrência na delegacia da Mulher em Vitória, e Priscila já solicitou medida protetiva.

Surtada

Já Jean se defende, afirma que não cometeu as agressões, se diz vítima de difamação e credita as escoriações em Priscila fruto de uma autoagressão. Após o caso se tornar público, ele registrou um boletim de ocorrência contra a ex- namorada, afirmando que ela teve um surto por conta do uso de rivotril e bebida alcoólica.

Desidratação e geladeira

Versões a parte, uma fonte da cozinha do prefeito Audifax Barcelos (Rede) afirmou que as chances de Jean voltar a ocupar a subsecretaria é “zero” e que Jean vai para a “geladeira”. O grupo do prefeito deve afastá-lo para não ter vínculos num possível desenrolar do processo. Além disso, lideranças do movimento popular querem o afastamento de Jean da presidência da Federação das Associações de Moradores da Serra (Fams). Ele estava envolvido numa polêmica após decidir se manter no cargo indo contra um acordo firmado junto a ex-aliados. E agora deve se desidratar.

Polvorosa de comissionados

Essa semana foi polvorosa para os comissionados da Prefeitura. Após o decreto exonerando todos os quase 1000 cargos comissionados no dia 31, começou uma correria. Até grupos no What’sApp foram desfeitos em massa, já que muitos comissionados não vão voltar. Aos poucos os espaços vão sendo ocupados. Na tarde da última quinta-feira (03) já saiu à nomeação dos principais postos. A novidade ficou com a nomeação de Roberto Carlos (Rede) na Secretária de Trabalho Emprego e Renda (Seter) e Obras (Seob) com Zacarias Carraretto dado com exclusividade pelo Tempo Novo há 2 semanas.

Dança das cadeiras

Além da Seter e Seob, as pastas que sofrerão mudanças serão: Desenvolvimento Econômico com José Eduardo Azevedo, Defesa Social com Nylton Rodrigues e Educação Gelson Junquilho e Saúde e Habitação a definir. Todas estas pastas estão com secretários interinos e devem ser ocupados pelos titulares definitivos até início de fevereiro.

Aliam ou racham

Um aliado de primeira hora do prefeito Audifax Barcelos (Rede) disse que ele ligou pessoalmente para o deputado estadual Bruno Lamas (PSB) pouco antes da cerimônia de posse no dia 01 de janeiro. O objetivo foi parabenizar Bruno pelo anúncio de sua nomeação na Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social. Segundo consta, eles se falaram e o clima foi de amistosidade. Lembrando que o mercado político aguarda com tensão os próximos passos dessa relação, que pode caminhar para uma aliança visando 2020 ou para um racha político, sem meio termo.

 

Raposa no Galinheiro

Quem vai comandar o Iema no ano que vem é Alaimar Fiuza. Ele foi anunciado pelo governador eleito Casagrande. Na ficha técnica enviada à imprensa diz: “Trabalhou em uma grande mineradora por mais de 30 anos”. A tal mineradora é a Vale, a maior poluidora da Grande Vitória, da qual o Iema será o responsável pela fiscalização e pela aplicação de multas.

Esse troféu eu não quero

Durante seu pronunciamento na tribuna da Câmara da Serra na sessão solene do Dia do Serrano, o prefeito da Serra Audifax Barcelos (Rede) se disse orgulhoso do avanço na área da Segurança. Ele lembrou que há 10 anos o município liderou o ranking de violência no Brasil, chegando a uma taxa de mais de 105 homicídios por ano em grupos de 100 mil habitantes. O prefeito completou afirmando que neste espaço de 10 anos a Serra saiu do topo da violência e “não está mais entre as 100 cidades mais violentas do Brasil” e nem entre “os 20 municípios mais violentos do ES”. Audifax elencou ações da prefeitura que contribuíram para a queda nos números de homicídios, como iluminação nos bairros, estruturação da Guarda Municipal e ações sociais nas comunidades.

Vale nada

No caso dos projetos sociais, o prefeito disse que em 2018 o município gastou R$ 25 milhões, e completou: “por exemplo, aquela Estação Conhecimento, você toma um susto quando vê o tamanho, até precisa divulgar mais, ali 100% é a prefeitura que banca”. Lembrando que a Estação Conhecimento é ligada à Vale, maior mineradora do mundo, e serve como um símbolo de uma suposta consciência social da empresa, mas que utiliza dinheiro público para operacionalizar os projetos, inclusive recursos que são obrigatoriamente abatidos do imposto de renda da empresa e destinados a fundos sociais que são redirecionados para a Estação Conhecimento. Além do repasse anual de R$ 1,1 milhão, a Estação Conhecimento recebeu mais R$ 400 mil de dinheiro público para um projeto chamado Vale Música.

Em busca do sucessor

Em sua fala, o prefeito Audifax também fez uma homenagem ao delegado de homicídios da Serra, Rodrigo Sandi Mori, que inclusive recebeu o título de Cidadão Serrano das mãos do vereador Guto Lorenzoni (Rede), braço direito de Audifax na Câmara. Chamou a atenção do público essa relação do prefeito com o delegado que pareceu bem próxima. Lembrando que o grupo do prefeito vem em busca de nomes ligados à segurança pública para sua sucessão. San Mori está acostumado com os holofotes, está sempre saindo em reportagens de TV, jornais e sites de notícias.

Um brinde com Cajuza

Após a sessão solene da Câmara, a casa do Cajuza vira o tradicional ‘point’ político. Esse ano, o governador eleito Renato Casagrande (PSB), esteve presente. Além dele, o deputado federal Lelo Coimbra (MDB), que deve comandar o Bolsa Família a partir de 2019, os deputados eleitos Bruno Lamas (PSB), Alexandre Xambinho (Rede), o vereador Guto Lorenzoni, a família Gomes, entre outros. A casa do Cajuza é campo neutro, lugar de descontração e as diferenças políticas não entram. Um brinde.

Ouro no céu

Na última quarta-feira (26) foi publicado no Diário Oficial do Estado um Extrato de Ata de Registro de Preços nº 034/2018 para a aquisição de 15 drones, modelos DJI/Matrice 210. Quem assinou foi o Secretário de Defesa Social Nylton Rodrigues, que foi anunciado para a pasta de Defesa Social da Serra em 2019. A empresa fornecedora será a Utramar Importação Ltda-EPP. A Sesp vai pagar R$ 164.000,00 em cada drone, totalizando um contrato no valor de R$ 2.460.000,00.

 

Capítulo do afeto

Após especulações de racha político entre o prefeito Audifax Barcelos (Rede) e o deputado estadual Bruno Lamas (PSB), ambos apareceram publicamente juntos na última terça (18) durante o evento de formatura da 2º turma da Guarda Municipal. O clima era amistoso, ambos brincaram um com o outro e rasgaram elogios ao microfone. Bruno foi o único deputado a falar: “Tenho certeza de que vamos construir muitas pontes juntos aqui nesta cidade; ao contrário de uma minoria bem pequenininha de críticos destrutivos, porque com esses não temos que nos importar”. Já Audifax seguiu a linha, e ao microfone o prefeito disse: “Bruno é um deputado de valores, de princípios, que muito ajuda e ajudou a cidade e a minha gestão”. São cenas para os próximos capítulos.

Agonia do Sérgio

O PDT está dividido. Um grupo ligado ao deputado Sérgio Vidigal defende o nome de Alessandro Comper para ocupar uma secretaria do governador eleito Renato Casagrande (PSB). Já outro grupo quer o deputado Marcelo Santos no Governo. E isso vem gerando uma queda de braço interna. Casagrande prometeu anunciar o nome nesta sexta-feira (21). Alguns se questionam: Se a esposa de Vidigal, Sueli Vidigal, fosse a 1º suplente da chapa, será que Vidigal iria apoiar o nome de Marcelo Santos para assumir a Secretaria?  A resposta sem dúvida é um sonoro ‘Sim’. Sueli ficou na 2º suplência, se Marcelo subir, quem entra é Luiz Durão.

Mais agonia ainda

Falando em Vidigal, o ex-prefeito da Serra sofreu mais um revés nessa reta final do ano. O Ministério Público Eleitoral moveu uma ação contra Vidigal na Justiça. O órgão pede a cassação do diploma de deputado federal de Vidigal e aponta indícios de irregularidades na campanha eleitoral do pedetista. São mencionados captação e gastos ilícitos, com despesas não comprovadas e a contratação de uma gráfica constituída no ano de eleição, o que gerou suspeita. Esse é mais um rolo judicial que Vidigal se envolveu. Além deste dá para citar o caso de nepotismo quando era prefeito, onde Vidigal já foi condenado em 1º instância e aguarda votação em 2º, e a rejeição das contas pelo Tribunal de Contas referentes a 2008, época em que foi prefeito. Ambos os casos podem deixá-lo inelegível por 8 anos.

Cordeiro vira tucano

Essa semana o deputado eleito Vandinho Leite filiou Nilza Cordeiro no PSDB. Ela foi uma aliada histórica de Vidigal na Serra, participou de todas as gestões do ex-prefeito e presidiu o PDT da Serra entre 2014 e 2015. Em 2016 Nilza foi candidata a vereadora e teve uma expressiva votação de 1.245 votos. Para o Tempo Novo ela disse que vai manter uma relação boa com o Vidigal. “Estive junto com ele até as últimas eleições. Agora inicia um novo ciclo com Vandinho, que é um grande líder na Serra”, disse.

Velhas novidades

Bolsonarista de carteirinha, o deputado Carlos Manato (PSL) está sabido, viu. Na semana passada ele abocanhou a presidência do Sebrae-ES. Ele saiu da condição de azarão e costurou por dentro algumas alianças. Entre elas com o presidente da Assembleia Legislativa, Erick Musso, que tinha influência em alguns votantes. Em troca, Manato prometeu apoio dos 4 deputados estaduais do PSL para ajudar a reeleger Musso na Presidência. É o tal do toma lá da cá? Será que aquela história do ‘tem que acabar com tudo isso aí, tá ok?’ só vale para os adversários?

Mata-mata na Prefeitura

Nos corredores da Prefeitura da Serra especula-se que no dia 28 de dezembro serão publicados vários decretos de exoneração. Os demitidos, ao que consta, serão os indicados do deputado Bruno Lamas (PSB). Estima-se algo próximo de 40 cargos, a maioria lotado na secretaria de Educação, onde Márcia Lamas (PSB) já comandou. Se ocorrer, pode ser o marco do racha definitivo entre o prefeito Audifax Barcelos (Rede) e o deputado Bruno Lamas (PSB).

Jogando na defesa

Segundo fontes que estiveram presente durante o ‘amigo x’ da Prefeitura, ocorrido na última quinta-feira (06), participaram secretários, o prefeito Audifax e a  vice-prefeita Márcia Lamas. Entre as festas e as gargalhadas, escondia-se um clima de apreensão, já que muitos secretários estão cotados para ser exonerados. Um deles é o de Defesa Social, Jailson Miranda, que segundo fontes foi o mais ‘zoado’ da turma, que pode deixar o posto para abrir espaço para o primo, Nylton Rodrigues, atual secretário estadual de Defesa Social.

Amigos da onça

Um fato curioso que ocorreu na confraternização foi que a vice-prefeita Márcia Lamas tirou Audifax no amigo x. Eles já não se falam há algumas semanas, e o relacionamento da família Lamas está bastante estremecida com o prefeito. A boca miúda, alguns dos presentes se perguntaram se era ‘amigo da onça’ ou ‘amigo x’.

Rancor da separação

Ainda sobre Bruno Lamas e Audifax, Alexsandra Vertuani que já foi do núcleo do prefeito e inclusive,presidiu a Rede Sustentabilidade na Serra veio a público nas redes sociais e teceu duras críticas ao prefeito, mencionou palavras como “tristeza”, “ingratidão” e “decepção”. Dizem algumas línguas que Alexsandra já está fechadinha com Bruno. Na publicação compartilhada pela ex-redista estão marcados inclusive o próprio Bruno, sua irmã e assessores diretos do deputado. O caldo azedou mesmo.

Quem paga o conserto?

Na última terça-feira (11), o governador Paulo Hartung (sem partido) foi fazer uma entrega de carros e máquinas para o Incaper e resolveu dirigir um dos caminhões que estava sendo entregues. Na manobra, acabou batendo em um dos carros novos. E agora, quem fica com a conta? 

O poderoso Igor

Quem virou unanimidade na Prefeitura da Serra é o secretário de Serviços Igor Elson. Ele é um dos nomes da cozinha do prefeito, mas transita bem em todos os subgrupos internos da Prefeitura e se relaciona muito bem com lideranças comunitárias e vereadores, inclusive os de oposição. Além do bom relacionamento, Igor está na rua de segunda a segunda, e tem conseguido dar conta da enorme demanda que a secretaria tem junto a população. Já tem gente cacifando o secretário como nome no debate político de 2020.

Endireitadores à vista

Após o sucesso dos membros do Movimento Brasil Livre (MBL) nas eleições de 2018, incluindo Kim Kataguiri, jovem eleito com a 4º maior votação entre os candidatos a deputado federal de São Paulo, o grupo já se mobiliza nos municípios visando o pleito de 2020. Aqui na Serra, naturalmente, não poderia ser diferente. O MBL-Serra já conta com 40 membros ativos e avisam: vão lançar candidato a Câmara da Serra e também querem participar dos debates à Prefeitura da Serra. O MBL surgiu como fenômeno nas redes sociais ancorados no desgaste do PT e foram ativos nos movimentos que degringolaram para o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

Leite com Xambinho sem lamas

Estão afinadíssimos os futuros deputado estaduais Alexandre Xambinho (Rede) e Vandinho Leite (PSDB). Ambos com domicílio eleitoral e interesses políticos na Serra. Eles se juntaram ao grupo do atual presidente da Assembleia Erick Musso (PRB) ,que articula para se manter no cargo ou ocupar um espaço privilegiado na mesa diretora. Vandinho e Xambinho querem isolar o deputado Bruno Lamas (PSB) que também é cotado para a presidência da Casa. Essa é uma aliança estratégica nos bastidores e com vistas para 2020, onde os três deputados da Serra querem ser candidato a prefeito.

Sueli excluída

Essa semana o ex-prefeito e atual deputado federal Sérgio Vidigal (PDT) entregou ao governador eleito, Renato Casagrande (PSB) uma lista de seis nomes como opções para ocupar espaços no primeiro escalão do governo pela cota do partido.  São eles: o deputado Marcelo Santos; Alessandro Comper um dos coordenadores de campanha de Vidigal; Júnior Fialho, investigador de Polícia; Weverson Meirelles assessor direto de Vidigal; Paulo Sá também pedetista e o ex-vereador de Viana, conhecido como Faustão. A pasta cotada é a de Assistência Social. A esposa de Vidigal, Sueli Vidigal não foi relacionada.

Sueli incluída

Falando nela, essa semana também, Sueli virou alvo de ação no Ministério Público Federal (MPF) por suposta prática de rachid, quando o servidor público é obrigado a dar parte do salário para se manter no emprego, entre agosto de 2007 e fevereiro de 2008. Segundo as investigações do órgão, assessores teriam transferido parcela de seus salários para conta bancária de uma terceira assessora da deputada federal, que repassava os valores para Sueli Vidigal. O MPF diz que a ex-deputada recebeu vantagem indevida no valor de R$ 53.751,27. O órfão pede a condenação de Sueli Vidigal pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, com penas de prisão mínimas de dois e três anos, respectivamente. Há quem diga que esse movimento foi para queimar Sueli da lista de nomes do PDT para ocupar os cargos de Casagrande.

Sérgio na berlinda

Além da derrota da esposa nas urnas para deputado estadual, que acarretou num isolamento político na Serra, Vidigal teve uma votação aquém do esperado para deputado federal. Ele ainda enfrenta um processo por nepotismo já culpado em 1º instância e que corre em 2º instância, que pode ser julgado a qualquer momento e pode deixá-lo inelegível. Além desse, Vidigal aguarda uma resposta do Tribunal de Contas do ES sobre a reprovação de suas contas quando prefeito em 2008. Se o órgão mantiver a decisão pela reprovação e a Câmara da Serra votar favorável ao parecer, Vidigal vai ficar fora das urnas por 8 anos. Decididamente, este não foi um bom ano para Vidigal.

Daqui não saio

Está pegando fogo no movimento popular a decisão do Presidente da Federação das Associações de Moradores da Serra (Fams), Jean Cassiano, de não deixar o cargo. Isso porque, parte expressiva de lideranças comunitárias do município atuou em favor de Jean para ser eleito no comando da Famopes, que é a Fams a nível estadual, e o acordo era que Jean deixasse a presidência da Fams e abrisse oportunidade para novas lideranças. Agora que Jean foi eleito, ele decidiu que quer tudo, Famopes e Fams, e isso causou um racha tremendo no movimento popular, que o acusa de traição e desonestidade e já ameaçam “revelar segredos envolvendo Jean com a Ambiental Serra/Cesan”, além de trazer à tona processos judiciais envolvendo o líder comunitário. Ambas as entidades são expressivas, pois entre outras coisas indicam membros para os conselhos municipal e estadual.

 

Se mexer fede

Essa semana vereadores da Serra bateram com força na empresa Ambiental Serra/Cesan, responsável pelo esgotamento sanitário. Além das críticas, alguns parlamentares afirmaram que a empresa estaria “passando a mão em lideranças comunitárias”. Segundo o vereador Roberto Catirica: “A Serra Ambiental vive passando a mão em alguns líderes comunitários, que são liderados por alguém que fez isso de forma efetiva junto às comunidades”. O vereador Wellington Alemão complementou: “infelizmente eles (Ambiental Serra) passam a mão na cabeça de alguns do movimento comunitário e não se resolve nada”. Resta saber o que significam objetivamente tais afirmações e quem seriam estes tais líderes comunitários.

Manato não 1

O deputado federal Carlos Manato, o número 1 do PSL no Estado, fala em alto e bom som que o seu partido terá candidato a prefeito na Serra e que será um médico ou empresário, mas que anunciará o nome somente em março. Alguns especulam o nome de Remegildo Gava, do Hospital Metropolitano. Porém, amigos muito próximos dele descartam a ideia e alegam que não há relação política próxima entre os dois e que se isso viesse a acontecer, seria pelas mãos do prefeito Audifax Barcelos (Rede).

Manato não 2

Outro nome especulado seria de Adão Celia, hoje o ‘rei da cachaça’ no Estado e com uma relação grande de empreendimentos criados por ele, que o coloca como uma das cabeças mais criativas e empreendedoras no meio médico. Mas Adão também não demonstra ter essa relação política com Manato. O médico Gustavo Peixoto e um dos sócios do grupo Hospital Meridional, recém lançado na política, já está em rota de colisão com Manato e rechaça o PSL como opção partidária.

Manato caseiro

Em um giro rápido sobraram dois nomes: o dele próprio e o da esposa, Soraya, uma vez que eles eram sócios do Hospital Metropolitano até o mês passado, quando o mesmo foi vendido para o Meridional. Qualquer outro nome seria uma baita surpresa. Mas qualquer que seja o nome escondido na manga de Manato, uma providência tem que ser tomada de imediato: mudar de mala e cuia para o município, caso ele não resida aqui. O eleitor serrano não vai admitir votar em pessoas que só tem o domicílio eleitoral aqui, ou que mantém um imóvel em algum bairro da cidade, só para justificar as intenções eleitorais, mas que de fato mora em Vitória.

Moreira no radar

Mas se Manato quiser surpreender mesmo, pode lançar mão do nome do vereador Luiz Carlos Moreira. Os dois são muito amigos, trocam muitas figurinhas políticas, Moreira nutre o sonho de ser prefeito da Serra e não tem nenhuma dificuldade em deixar o MDB.

Chateado com Bolsonaro

Segundo a revista Crusoé, a insistência do senador Magno Malta em ser nomeado ministro estaria incomodando aliados do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Mas essa semana, Magno tomou um banho de água fria. Bolsonaro anunciou o deputado Osmar Terra (MDB) para a pasta da Cidadania, que afastou as possibilidades de Malta em ocupar um cargo de 1º escalão. Segundo o Estadão, Malta teria dito para aliados que está “magoado e chateado” com o presidente eleito. O jornal atribui a não nomeação do senador capixaba aos vetos dos filhos de Bolsonaro e do vice, General Hamilton Mourão (PRTB).

Elefante na sala

Sobre as possibilidades do senador não reeleito, Magno Malta (PR) assumir um Ministério, o deputado Carlos Manato (PSL) respondeu: “Eu acredito que o Magno vai ser ministro de uma área mais social. Bolsonaro está preenchendo ministérios que são a espinha dorsal do governo. A parte econômica, da agricultura, da saúde; deve nos próximos dias falar da educação. O que se fala do Magno Malta é defesa social, direitos humanos, não é a espinha dorsal; tem que deixar o núcleo de comando da economia para depois ir para outras partes, mas a meu ver não é para ser definido agora; pode ser na primeira quinzena de dezembro. Não se descartou Magno, está no radar”.

O dilema de Musso I

Se movimentando para viabilizar uma reeleição à presidência da Assembleia Legislativa, o deputado Erick Musso (PRB) está apertado nessa conturbada transição de Governos. Musso virou presidente com apoio do atual governador Paulo Hartung (sem partido), mas agora para se manter na posição precisa do governador eleito Renato Casagrande (PSB).

O dilema de Musso II

Acontece que Hartung e Casagrande estão se acotovelando nessa reta final do ano, onde Hartung vem encaminhando projetos de suplementação de receita e firmando convênios com prefeituras, prática muito criticada por Casagrande, que defende a manutenção dos recursos públicos nos cofres do Estado prevendo dificuldades econômicas no futuro. Segundo aliados de Casagrande, o apoio do governador a Erick Musso está condicionado à forma que o deputado vai se comportar durante essa transição, se vai atender aos interesses do próximo governador, ou manter a fidelidade política a Hartung. E aí  Musso, o que vai ser?

Máfia do fio elétrico

Sai caro para o erário público essa onda de furtos de fios de iluminação pública na Serra. Só em 2018 já geraram um prejuízo de mais de R$ 1,6 milhão. Ao todo, a Secretaria de Serviços da Serra já fez a reposição de quase 20 mil metros de cabos elétricos em redes subterrâneas e aéreas por conta desses crimes. Os furtos acontecem, principalmente, na Rodovia do Contorno, BR-101, Rodovia Serra-Jacaraípe, Avenida Desembargador Antônio José Miguel Feu Rosa, Rodovia Audifax Barcelos, Reta do Aeroporto e em algumas praças de bairros da Serra.

Vinde a mim as crianças

Com a venda do Hospital Metropolitano ao Grupo Meridional há a expectativa na Serra pela reabertura da área de pediatria no hospital. Ao que consta, o Meridional se capitalizou com investimentos de grupos estrangeiros, e teria recursos para investir na ampliação do hospital na Serra. Numa cidade com mais de 500 mil habitantes, o Vitória Apart, na divisa com a capital, é o único hospital particular na Serra com Pronto-Socorro pediátrico, e mesmo assim, não atende a diversos planos de saúde.  

Lulu, o forte

Quem está fechadinho com Casagrande é o prefeito de Vitória Luciano Rezende (PPS). Já foram 4 nomes do alto escalão de Luciano anunciados na equipe de Governo de Casagrande. São eles: Lenise Loureiro (PPS) que assumirá a Secretária de Gestão e Recursos Humanos; Thiago Hoffmann (PSB) na Secretária de Governo; Davi Diniz (PPS) Casa Civil e Nara Borgo nos Direitos Humanos. Além desses, o aliado político de Luciano e ex-prefeito de Vitória, Luiz Paulo Vellozo Lucas (PPS) foi nomeado à frente do Instituto Jones dos Santos Neves. Com esse poder todo, há quem diga que Rezende entrou de vez na 1º posição da fila para a sucessão de Casagrande.

Racha na corte?

Na semana passada explodiu no meio político um possível racha entre o prefeito da Serra, Audifax Barcelos (Rede), e o deputado estadual Bruno Lamas (PSB). O motivo seria o repasse de convênios entre o Governo do ES e a Prefeitura. Após pedido do governador eleito, Renato Casagrande (PSB), Bruno vem defendendo o pagamento parceladamente. Já Audifax, temendo não receber, quer em cota única, como acordado com o atual Governador Paulo Hartung (sem partido).

Contas para 2020
Com isso, já tem especulações dando conta de que Casagrande vai costurar uma aproximação entre Bruno e o deputado federal Sérgio Vidigal (PDT), maior adversário de Audifax na Serra. Essa costura se daria visando às eleições de 2020. Vidigal pode ficar inelegível devido a uma decisão do Tribunal de Contas do ES, e com isso apoiaria incondicionalmente a candidatura de Bruno a prefeito, podendo indicar a vice e parte do secretariado. Com Casagrande no Governo do Estado e Vidigal dando apoio, Bruno Lamas poderia ter boas chances de se eleger. É o que vem sendo cotado nessa retinha final do ano.

Fortalecido
No último fim de semana Guilherme Lima retomou o comando da Associação de Moradores de Manguinhos. Guilherme é coordenador Geral da Assembleia Municipal do Orçamento (AMO), e está à frente das articulações do Orçamento Participativo (OP), que em 2019 deve ter valor recorde de mais de R$ 50 milhões em obras. Guilherme detém o apoio de muitas lideranças comunitárias, além de ser muito atuante em diversos conselhos municipais. Com esse trabalho, há quem aposte no nome de Guilherme para disputar uma cadeira de vereador em 2020.

Já ir com otimismo
O Tempo Novo publicou enquete no site com a pergunta: “Você acredita no sucesso do governo Bolsonaro?”. Parece que a maioria está otimista com o novo Governo. Até a última terça-feira (13), foram 1.197 votantes, dos quais 67% (803 votantes) optaram pelo “sim” e 33% (394 votantes) preferiram o ‘não”. É Esperar para ver.

Escalando o time
O governador eleito Renato Casagrande (PSB) anunciou nesta terça-feira (13) mais quatro nomes para sua equipe de Governo. Vitor de Angelo assumirá a Secretaria de Educação; Tyago Hoffmann fica com a Secretaria de Governo; Rodrigo de Paula será o procurador-geral do Estado e o delegado federal Roberto Sá assume a Secretaria de Segurança Pública. Casagrande já havia anunciado outros cinco nomes, que são Davi Diniz para a Casa Civil; Luiz Paulo Vellozo Lucas para o Instituto Jones dos Santos Neves (ISJN); Flavia Mignoni para a Secretaria de Comunicação e Rogelio Pegoretti para a Secretaria da Fazenda e Álvaro Duboc para o Planejamento.

Se toca Malta
Magno Malta parece não ter entendido ainda o recado das urnas. O senador não reeleito e (até agora) bolsonarista de carteirinha não esteve presente na votação que aprovou o reajuste de 16% nos salários dos ministros do STF, que pode gerar um impacto bilionário nas contas públicas. E olha que o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) orientou pela rejeição da matéria. Mesmo faltando a sessão, Malta, que vem fazendo campanha nas redes sociais para virar ministro de Bolsonaro, publicou um vídeo dizendo que o “Senado cometeu uma atrocidade”; que sempre pregou que “o supremo jamais poderia receber aumento” e se dizendo “triste” pelo resultado. O senador ainda questiona: “É para rir ou para chorar?”. Talvez seja isso que muitos se perguntam sobre o faltoso Magno…

PSB de olho no Brasil

Está quente entre os aliados do governador eleito Renato Casagrande (PSB) as tratativas para montar a equipe do governo. Casagrande pouco tem falado sobre o tema. Um dos cotados é o deputado Paulo Foletto (PSB). Acontece que parte do PSB defende que Foletto permaneça no Congresso, uma vez que os deputados eleitos da sigla em grande parte são jovens e inexperientes e Foletto que já ocupou diversas vezes a liderança do PSB no Congresso, seria um dos articuladores principais do partido em Brasília. Ainda mais que o suplente de Foletto seria o jornalista Ted Conti, também inexperiente na política. Logo a ida de Foletto para o secretariado de Casagrande poderia fragilizar o PSB num cenário político de tensão com Jair Bolsonaro (PSL) na presidência.

PDT de olho no Brasil

Aqui da Serra, fala-se que o deputado federal Sérgio Vidigal (PDT) também está entre os cotados para compor o secretariado. O que pesa contra Vidigal é o próprio PDT. Caso o ex-prefeito da Serra seja nomeado secretário de estado, quem ocuparia a vaga de deputado federal é Neucimar Fraga (PSD). Com isso o PDT perderia um de seus 28 deputados. O partido quer liderar o campo de oposição no Congresso, e não aceitaria perder um deputado, ainda mais para o PSD que é partido do ‘centrão’ e deve compor com o Governo Bolsonaro.

Receita de isolamento

Um plano B do PDT capixaba seria colocar a esposa, Sueli Vidigal (PDT). Mas lideranças políticas relativizam que foi essa mesma prática de priorizar os interesses familiares em detrimento de aliados, que ocasionou num isolamento político de Vidigal na Serra.

A rebelião de Nacib

Falando em PDT, especula-se nos corredores da Câmara da Serra que o vereador Nacib Haddad (PDT) está fechadinho com o prefeito Audifax Barcelos (Rede). Nacib está há 6 anos ‘chicoteando’ a gestão de Audifax na tribuna da Câmara, e é um dos responsáveis pela articulação que culminou na subida de Rodrigo Caldeira (Rede) para a presidência da Casa, então desafeto do prefeito. Mas agora, as coisas parecem ter mudado e especula-se inclusive que Nacib deve deixar o PDT em breve.

Esticando a linha

Quem está uma arara com Jaílson Miranda, secretário de Defesa Social da Serra é o vereador Cabo Porto (PSB). Na tribuna da Câmara o parlamentar tem feito duras críticas à gestão de Jaílson, acusando-o de ineficiência. Porto cobra um cerco eletrônico contra furto de veículos na Serra; a compra de drones para auxiliar a guarda municipal no combate de invasões, queimada e tráfico de drogas. Além disso, Porto está reivindicando sua nomeação no Conselho de Segurança Pública. Segundo o vereador Jaílson estaria protelando propositalmente a nomeação de vereadores no Conselho.

Já ir para PSL

Já no campo político, Cabo Porto está cotado no mercado político para se filiar no PSL, do presidente eleito Jair Bolsonaro.  O motivo seria que o PSB deve filiar novos nomes como os vereadores Galinhão (atual PTC) e Fabão da Habitação (atual PSD), o que acarretaria no inchaço do partido para 2020. Além disso, Porto teria mais afinidade com as proposta do PSL, especialmente no campo da segurança pública.

Respiro para a Sede

Essa semana o Prefeito Audifax Barcelos (Rede) junto com comerciantes da Serra sede assinaram um termo para iniciar a licitação para a construção de novo prédio da Prefeitura da Serra, que vai atender as secretárias de Saúde e Educação, a intenção é que a região da Sede seja contemplada com o investimento. O valor orçando pode chegar à R$ 20 milhões. Comerciantes ficaram satisfeitos, uma vez que eles vêm sistematicamente denunciando o esvaziamento de Serra-Sede por conta de saída de repartições públicas da região.

Vagas para hartunguistas

Fortes especulações dão conta que o prefeito Audifax Barcelos (Rede) quer dar um upgrade em seu secretariado. Estão contados para desembarcarem na Serra no início de 2019, ao menos três nomes ligados ao Governador Paulo Hartung (MDB), são eles: o secretário de desenvolvimento econômico do Estado, José Eduardo Azevedo; o secretário de Segurança Pública Nylton Rodrigues; e Marcelo Oliveira, secretário de desenvolvimento urbano, que é filho do ex-deputado Nilton Baiano.

Um lugar ao sol

Aliás, Audifax e Hartung deram uma boa aproximada política após o 1º turno da eleição. Na semana passada o Governador esteve dentro do gabinete de Audifax para anunciar um convênio entre o Estado e Prefeitura na ordem de R$ 13 milhões. Durante a semana também houveram especulações de que Hartung poderia indicar um de seus aliados para a chefia de gabinete do senador eleito, Fabiano Contarato (Rede), além de um nota publicada na Revista Época, que afirmava que Hartung estaria flertando com a Rede. Resta saber duas coisas nessa conversa: Qual o destino da Rede, uma vez que não atingiu a clausula de barreira, e qual o tamanho político de Hartung quando passar a caneta de governador no ano que vem?

Rumo 2020

Lideranças do PSB já dão como certa a filiação de dois vereadores da Serra, Galinhão, que atualmente está no PTC e Fabão da Habitação, que está no PSD. Ambos os vereadores entraram em rota de colisão com seus respectivos partidos após a conturbada eleição da Mesa Diretora da Câmara da Serra no meio desse ano. Galinhão e Fabão foram cabos eleitorais do deputado estadual reeleito Bruno Lamas (PSB), que agora precisa dar uma potencializada no PSB-Serra visando à eleição de 2020.

No aperto

Enquanto uns devem chegar, outros estão de saída. O vereador Geraldinho Feu Rosa (PSB) deve enfrentar pela frente o conselho de ética do PSB, que quer a expulsão do vereador por infidelidade. Acontece que Geraldinho deixou de lado seus correligionários e apoiou o candidato a deputado estadual derrotado nas urnas, Marcus Madureira (PRB) e também o candidato a federal, também derrotada na eleição, Cesár Colnago (PSDB – atual vice-governador).

Desmonte da Serra-Sede

Na semana passada a coluna publicou nota sobre a revolta de moradores e comerciantes da Serra- Sede com uma postagem da ex-vereadora Sandra Gomes (Rede) no Facebook, onde ela dá entender que estaria satisfeita com o Novo Fórum de São Geraldo, local onde ela está trabalhando. Acontece que o assunto é foco de muita discordância da turma da Sede, uma vez que grande parte do antigo Fórum foi transferida de lá para o bairro São Geraldo. Moradores da Serra-Sede denunciam esvaziamento e desmonte econômico da região.

Oportunista não

Pois bem, segundo Sandra ela não disse que a “decisão foi acertada”, sobre a transferência do Fórum, conforme afirmou a coluna. Ela disse ainda que foi sim “transferida para um local de trabalho” que combateu, mas que agora que está lá, foi “bem recebida” e que mudou de posição com relação ao novo local de trabalho”. Sandra segue explicando que “respeita” e continua firme com “a bandeira de luta em defesa do parcelamento do solo” na Serra. E que “a região do Centro é administrativa e portanto retirar órgãos públicos de lá desequilibra a economia local”. Ela também se posiciona contra a palavra “oportunista”, creditada a ela por alguns comerciantes em grupos de WhatsApp da qual a colune teve acesso. Ela argumenta que já enfrentou “tropa de choque, gás lacrimogêneo e cão bravo em defesa da cidade”, e que muitos “não estavam lá”. Sandra completa afirmando que ao longo de seus “32 anos de trabalho, fazer média com algum setor é o que menos deseja”.

A poderosa Cris

Segundo fontes ligadas a área da Saúde, a Subsecretária de Gestão em Saúde, Janine Pereira Jacinto foi exonerada do cargo. Vista como uma servidora técnica, dizem às línguas que Janine é mais uma que caiu na conta de Cristiane Stem, subsecretária de Administração do Trabalho e da Educação em Saúde. Cristiane é da cozinha de Audifax e é creditada a ela a exoneração do ex-secretário de Saúde, Benício Santos, além de outros secretários e servidores que por ali passaram. Parece que quem entra na mira de Cristiane é só uma questão de tempo para ser fritado… Mulher poderosa essa.

Casagrande X Hartung

Durante a semana o governador eleito, Renato Casagrande (PSB) ingressou no Tribunal de Contas do ES com pedido de medida cautelar para suspender convênios assinados entre o Governo do Estado e seis prefeituras, entre elas, a Serra, no valor de RS 13 milhões para diversas obras. Também é pedida uma auditoria para averiguar os motivos que levaram o atual Governo a fazer as transferências em parcela única, ao invés do que é normalmente feito, em parcelas. Já a Prefeitura da Serra, questionada sobre assunto e a possibilidade de perder os convênios, se resumiu a dizer em nota: “A Prefeitura da Serra vai aguardar o posicionamento do Tribunal de Contas do Estado”.  

 

Reajuste de servidores à vista

Nessa semana o prefeito Audifax Barcelos (Rede) fez dois anúncios voltados aos servidores públicos. O primeiro é a promessa de reajuste de salários no ano que vem, mas não foi informado o valor do reajuste. Também foi anunciado o pagamento antecipado do salário esse mês. Em comemoração ao Dia do Servidor, celebrado no dia 28 de outubro, a prefeitura da Serra vai antecipar o pagamento para o próximo dia 25 (quinta-feira), seis dias antes do previsto.

Tábua de salvação

Com a derrota de Magno Malta na eleição de senador no ES, ele caiu de vez na campanha de Jair Bolsonaro à presidência. Magno está rodando o Brasil levando o nome do ex-capitão. Essa semana, o jornal Estado de Minas repercutiu a visita do senador capixaba a uma reunião de pastores em Belo Horizonte. O jornal destacou a fala de Magno: “Não estamos preocupado se MG vai ter obras, queremos família”. Bolsonaro parece ser a última cartada de Magno.

Manato lamentável

Outro aliado de Bolsonaro no ES, o deputado Carlos Manato (PSL), essa semana protagonizou uma cena lamentável. Aos gritos Manato expulsou um jornalista da A Tribuna, credenciado para a reunião da bancada capixaba em Brasília. Manato ainda afirmou: “Sou autoritário mesmo”. Tempos difíceis esses… 

Um em quatro

Dos quatro parlamentares eleitos com domicílio eleitoral na Serra, apenas Vandinho Leite (PSDB) se posicionou sobre o 2º turno da eleição. O futuro deputado estadual optou por apoiar Jair Bolsonaro. Já seus colegas de Assembleia, Alexandre Xambinho (Rede) e Bruno Lamas (PSB) permaneceram com discurso de neutralidade. Com o mesmo posicionamento está o ex-prefeito da Serra, Sérgio Vidigal (PDT), reeleito deputado federal.

Pré-candidato em 2020

Logo após a eleição, o médico Gustavo Peixoto se desfiliou do PTB, e já vem sendo sondado pelo PPS para integrar suas fileiras. Essa semana houve uma reunião entre o partido e Gustavo. Ele foi candidato a deputado federal e fez quase 40 mil votos. O médico é de família tradicional na Serra, e conseguiu aqui pouco mais de 6 mil votos. Será que 2020 já começou?

Tiro no pé

Falando em Bruno Lamas, o deputado caiu numa saia justa essa semana. Em carta assinado pelo governador eleito, Renato Casagrande (PSB), endereçada ao atual governador Paulo Hartung (MDB), o socialista pede que Hartung não sancione um projeto de lei que prevê redução no ICMS embutido na conta de energia. Por representar uma expressiva perda de receita nos próximos anos. Acontece que a autoria do PL é de Bruno Lamas, correligionário e aliado de primeira de Casagrande. Em nota, Bruno disse que “permanece com a população capixaba” e acredita na “sanção do projeto”.

Sem voto, eu mudo

A galera de Serra-Sede está revoltada com a ex-vereadora Sandra Gomes (Rede). Isso porque ela começou a trabalhar no novo Fórum de São Geraldo, e durante essa semana Sandra publicou em suas redes sociais, um texto enaltecendo o novo Fórum e afirmando que a saída das varas da Sede foi “uma decisão acertada”. Logo ela que durante a eleição participou de manifestações pró Serra Sede, contra o esvaziamento da região com saída das repartições públicas. Bandeira inclusive também defendida pelo filho, Gilson Gomes Filho, que foi candidato a deputado estadual. Na publicação Sandra diz está “revendo sua posição”, e que o novo Fórum pode acarretar investimentos na região de São Geraldo. Muitos moradores e comerciantes da Sede criticaram a publicação, classificando-a de “oportunista” e que ela estaria “fazendo média com o juiz diretor do Fórum, para ficar bem com ele”.

Usada e abusada

De um total de 614 candidatos a deputado estadual, nada menos do que 582 abocanharam votos na Serra. Já entre os candidatos a federal foram 163 de um total de 170. Podemos citar exemplos como Amaro Neto, que veio aqui e colocou no seu ‘embornal’ mais de 37 mil votos para federal e o delegado de polícia Civil, Lorenzo Pazolini eleito deputado estadual, abocanhou mais de 10 mil somente na Serra. Chama a atenção que nenhum dos citados, assim como muitos outros não tem qualquer trabalho expressivo ligado diretamente no município, e nem sequer, claro, domicílio eleitoral na Serra.

Pulando fora

O médico Gustavo Peixoto não esperou nem a poeira assentar e na segunda-feira mesmo, dia 8, pediu o seu desligamento do PTB, partido pelo qual disputou a eleição de deputado federal, obtendo 37 mil votos (5 mil na Serra). Na carta de desfiliação ele não citou os motivos, mas desejou sucesso ao presidente da sigla, Sérgio Magalhães.

Chega de vida pública

Silas Maza, ex-vereador da Serra, e ex-secretário municipal, pendurou as chuteiras e não quer mais disputar eleição e nem ocupar cargo na administração pública. Ela já havia relatado antes da eleição que se fosse vitorioso, permaneceria na atividade pública, caso contrário iria se dedicar aos seus negócios. É o que promete fazer daqui para a frente. Silas foi candidato a deputado estadual e fez 4169 votos.

Marinada insossa

Saiu caro para a Rede a candidatura de Gustavo De Biase. Ele concorreu a uma vaga de deputado federal, e levou de fundo partidário (dinheiro público) um total de R$ 190 mil. Mas os resultados da urna deixaram a desejar, com um total de 5.551 votos ficou em 102º lugar de 170 candidatos. O rateio do recurso do Fundo Eleitoral e Partidário é uma decisão do diretório nacional dos partidos, e De Biase levou praticamente todo dinheiro da Rede nas candidaturas de federal… Alô Marina, errou feio hein!

Fortes da Rede

Falando em Marina, o senador eleito pela Rede, Fabiano Contarato, apadrinhado político de Audifax, teve mais votos que a presidenciável Marina Silva no Brasil inteiro. Contarato fez 1.117.036, já Marina obteve 1.069.577. Será que Marina está precisando de umas aulas com Audifax/Contarato sobre como fazer eleição?

Prefeito de Vitória

Parece estranho, mas essa semana rolou zum, zum, zum na Serra-Sede de que Audifax em 2020 poderia ser candidato a prefeito em Vitória, uma vez que não pode mais se reeleger pela Serra… Depois desses resultados improváveis dessa eleição, dá para duvidar de alguma coisa?

Presidência da Assembleia

O deputado estadual reeleito Erick Musso (PRB) já está se articulando para lançar seu nome para continuar na presidência da Assembleia Legislativa. Essa semana Erick já recebeu vários deputados novatos na Casa para conversas. Mas aliados do grupo de Casagrande já dizem por aí que o favorito do governador eleito é a raposa política Theodorico Ferraço (DEM).

Caiu de maduro

E Madureira hein?! Depois de abocanhar o apoio de cinco vereadores da Serra, incluindo o presidente da Câmara, Rodrigo Caldeira (Rede), Marcus Madureira (PRP) fez 13.222 votos, dos quais 3.630 saíram da Serra. Votação considerada baixa. Já o vereador Aílton Rodrigues, sem apoio de ninguém, incluindo seus pares da Câmara, fez na Serra 4.997. Erraram a mão ai…  

Segurem Majeski

Aliados do governador eleito, Renato Casagrande (PSB) já admitem que Sérgio Majeski (PSB) deve subir para a equipe de governo. Majeski se reelegeu com a maior votação no ES para a Assembleia Legislativa, com um mandato marcado por uma ferrenha oposição ao Governo Hartung. O ‘medo’ dos socialistas seria o ímpeto do deputado, que é muito “questionador” e “incontrolável”. O destino seria a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), e a intenção seria que Majeski desse o pontapé para o projeto de uma Universidade Estadual.

Legado de Hartung

Após a posse de Renato Casagrande (PSB) como governador, nos bastidores comenta-se que o prefeito Audifax deve absorver alguns nomes de primeira grandeza do atual governo de Paulo Hartung (MDB). O primeiro da lista seria o atual secretário estadual de desenvolvimento econômico,  José Eduardo de Azevedo, que inclusive, já foi secretário na Serra. Há a expectativa também de Audifax fazer uma ‘reforma’ nos cargos comissionados, que deve ser ajustados de acordo com a necessidade da equipe de Audifax. Já estaria rolando uma lista de futuros exonerados.

 

 

Rede de decepções

Aliados de primeira hora do prefeito Audifax Barcelos (Rede) relatam que ele estaria decepcionado com a presidenciável Marina Silva e com a própria Rede. Seriam duas razões: o rateio entre candidatos para os recursos do Fundo Eleitoral, que na prática entre candidatos a deputado federal e estadual, só contemplou apenas um candidato, Gustavo De Biase com R$ 190 mil, deixando os outros candidatos a mingua, inclusive os candidatos apoiados diretamente pelo prefeito. Já o segundo motivo seria o baixo desempenho de Marina na corrida eleitoral, que deve sair do pleito menor do que entrou.

Salvação da lavoura

Agora, a cúpula do prefeito está toda engajada em eleger o delegado Fabiano Contarato (Rede), para o senado. Ele tem apresentando crescimento vertiginoso nas pesquisas. Segundo aliados do prefeito, caso Contarato se eleja, parte expressiva dos louros da vitória iriam para o currículo de Audifax, que mergulhou na candidatura de Contarato. A título de informação: Contarato levou da Rede R$ 140 mil para a campanha de senador, R$ 50 mil a menos que De Biase.

Tô com eles

O governador Paulo Hartung comunicou, na noite desta quinta-feira (4), que decidiu seus dois votos para o Senado: ele vai votar em Fabiano Contarato e em Ricardo Ferraço.  “Fabiano é sério, ético, trabalhador e representa a renovação que a política precisa. Ricardo já realiza um bom trabalho no Senado e merece continuar no cargo representando o Espírito Santo”, afirmou.

Guerra das placas

E como não podia faltar na Serra, a chamada ‘guerra das placas’ já virou discórdia e troca de acusações cifradas entre candidatos com domicílio eleitoral na Serra. Há relatos de sumiços e roubos de placas em bairros do município. Essa guerra estende-se a grupos de WhatsApp que viram uma verdadeira arena de luta livre. Os mais envolvidos nos casos são cabos eleitorais de Alexandre Xambinho (Rede); Bruno Lamas (PSB); e Sueli Vidigal (PDT); todos candidatos a deputado estadual.

Ainda dá para fugir

Essa semana em campanha eleitoral pelo bairro Jardim Carapina, os candidatos a deputado estadual, Bruno Lamas e Vandinho Leite, ardentes adversários, toparam frente a frente numa rua do bairro. Bruno estava acompanhado pelo vereador Adriano Galinhão (PTC) que tem reduto na região. Já Vandinho estava com Dório do Pantanal, ex-vereador que também tem reduto no bairro e adversário político de Galinhão. Quando os candidatos avistaram um ao outro, logo deram um jeito de mudar de rua. Se ganharem a eleição, imagina esses dois no plenário de Assembleia Legislativa? Lá não tem pra onde fugir…

Exonerações à vista

Fortes burburinhos em Serra-Sede dão conta de que após o 1º turno da eleição, o prefeito Audifax pretende fazer uma limpa nos cargos comissionados da prefeitura. Uma lista já estaria sendo produzida e deve ser encaminhada ao prefeito. Os motivos seriam divergências/traições políticas e ineficiência e pouca entrega de resultados. Já tem inclusive muita gente apreensiva para saber se o ‘seu está na reta’… É a chamada passar a foice.

Solução de Hartung

Essa semana o governador Paulo Hartung (MDB) declarou publicamente apoio ao candidato a presidente Geraldo Alckmin (PSDB). Segundo o governador “vivemos um das piores crises, e os extremos não tem propostas”. Hartung segue argumentando que o “Brasil só tem a perder com a polarização, correndo o risco de prolongar essa divisão e sofrimento” e que Alckmin representaria a “salvação nacional” e “ponto de convergência”. Mas apesar do apoio de Hartung, as pesquisas indicam que o PSDB têm pequenas chances de ir ao 2º turno, que deve ter Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT)… E ai está o dilema, o PSDB apoiado por Hartung vai ficar com quem no 2º turno?

 

Bancada serrana I

A última vez que a Serra foi protagonista na Assembleia Legislativa, foi durante o segundo mandato de governador de Paulo Hartung (2007 a 2010), quando foram eleitos deputados estaduais Vandinho Leite e Wanildo Sarnaglia. A bancada serrana foi completada mais tarde com as posses de Sargento Valter e Givaldo Vieira, que eram primeiro suplentes em suas coligações.

Bancada serrana II

Nessa eleição de agora, ao que tudo indica, a Serra deverá ter novamente uma grande bancada na Assembleia. Com chances reais de vitória, Alexandre Xambinho (Rede), Bruno Lamas (PSB), Jamir Malini (Progressista), Pastor Ailton (PSC), Roberto Carlos (Rede), Silas Mas (PTC) Sueli Vidigal (PDT), Vandinho Leite (PSDB).

Correndo por fora tem nomes como Thiago Carreiro (PTB) de Jacaraípe, que não descansa uma hora sequer; a persistente vereadora Cleusa Paixão (PMN) e Gilson Gomes Filho (PMB), cujo título é de Laranja da Terra, mas tem a Serra como o maior reduto eleitoral da família.

Catapulta para Brasília

Para a Câmara Federal, a Serra também tem boas chances de voltar a ter dois representantes, quando foi em 2010 com Audifax Barcelos (então PSB, hoje Rede) e Sueli Vidigal (PDT). Com chances de chegar estão Sérgio Vidigal (PDT), Givaldo Vieira (PC do B), Márcia Lamas (PSB) e Guto Lorenzoni (Rede). Um pouco mais distante, mas disputando, está o médico Luiz Carlos Bezerra (PV). A concretizar o que se diz na boca miúda, Amaro Neto (PSL) vai abocanhar uma votação surpreendente na Serra, o que faz com que ele deva ter algum compromisso com a cidade.

R$ 190 mil eu quero…

Como já diz o ditado: Casa de ferreiro, o espeto é de pau. O candidato a deputado federal Gustavo De Biase (Rede) lavrou em cartório um compromisso público, caso seja eleito de renunciar a 50% do salário de deputado federal, 50% de verba de gabinete e 100% de aposentaria especial e “quaisquer outras regalias que existam ou venham a existir no Congresso Nacional”. Entre os argumentos do rapaz, está: “não podemos permitir que nossa população trabalhe uma vida inteira para sustentar deputados”. Mas o que chama a atenção é que De Biase recebeu R$ 190 mil do fundo eleitoral, ou seja, dinheiro público. Pergunta-se, porque o candidato não abriu mão dessa regalia também, que é igualmente imoral como as outras?

…eles não precisam

Só para se ter ideia da desproporcionalidade, dos 7 candidatos da Rede para deputado federal, apenas Edilamara Rangel recebeu recursos vindo da Rede, no valor de R$ 800. Nenhum outro recebeu nada, incluindo Guto Lorenzoni (Rede), candidato que veio chancelado pelo apoio do prefeito da Serra, Audifax Barcelos, que contribuiu muito em número de filiados e movimentações políticas em prol do partido. De Biase termina o termo de compromisso escrevendo: “Peço seu apoio e seu voto para construirmos um país melhor e justo”… É como se diz, entre o discurso e a prática…

A magna malta

A cantora gospel e candidata a deputada federal, Lauriete Rodrigues (PR) e o senador Magno Malta, candidato a reeleição, já receberam juntos R$ 5 milhões de dinheiro público para bancar suas campanhas. Foram R$ 2.3 milhões para Lauriete e R$ 2.7 milhões para Magno Malta. Ambos lideraram este quesito entre os candidatos ao cargo de deputado federal e Senador no ES. A título de comparação, o senador e candidato a deputado federal por Minas, Aécio Neves (PSDB) recebeu R$ 2 milhões do Fundo Eleitoral. Se for comparar com presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, que levou R$ 100 mil, a distância fica maior ainda.

A malta magna

Magno Malta levou mais dinheiro que figurões como os senadores Renan Calheiros (MDB-AL), Romero Jucá (MDB-RR) e Roberto Requião (MDB-PR) que receberam R$ 2 milhões cada, o ex-governador Beto Richa (PSDB-PR) com R$ 1.3 milhão, Lindbergh Faria (PT-RJ) com R$ 1 milhão e o ex-ministro Jacques Wagner (PT-BA) com R$ 800 mil. Só para citar alguns.

Força do fraco

Mas nem todo esse dinheiro vem se transformando em votos. Na pesquisa do Ibope em agosto, o senador aparecia com 54% das intenções de votos. Já na pesquisa de setembro, do mesmo instituto, Magno caiu para 48%. Quem vem em franca ascensão é o candidato Fabiano Contarato (Rede), que pulou de 10% em agosto para 16% em setembro, segundo o Ibope. Em tempo: Contarato levou R$ 140 mil do Fundo Eleitoral, R$ 2.56 milhões a menos que Magno Malta.

Aqui disputa é bruta

A corrida para uma vaga na Assembleia na Legislativa do ES é a mais concorrida entre os estados do sudeste. Isso porque em levantamento do Jornal Tempo Novo no site do TSE, o Espírito Santo conta com 614 candidatos a deputado estadual, o que dá um candidato para 4.486 eleitores. Em São Paulo, por exemplo, esse número é de 15.197 eleitores para cada candidato. Já Minas Gerais, são 11.279 eleitores para cada um candidato a deputado estadual. Apenas no Rio de Janeiro a disputa é proporcionalmente parecida com o ES, por lá são 5.033 eleitores para um candidato, cerca de 500 a mais que no ES.

No calo do Carlos

Aliados do candidato ao Governo do ES, Renato Casagrande (PSB), estão com um olho na campanha e outro nos movimentos do deputado Carlos Manato (PSL), também candidato ao Governo. Isso porque, segundo relatos, Manato vem apresentando um pequeno crescimento nas pesquisas eleitorais de consumo interno do PSB. Mas a leitura de membros do partido é que a princípio, Manato não tem conseguido tirar votos de Casagrande, e sim da candidata Rose de Freitas (Pode), que, segundo eles estaria se desidratando. O grupo de Manato tem intensificado uma campanha contra Renato, por vezes acusando-o de “esquerdista” e “socialista”.

Sintoma do esgoto

Na semana passada o Jornal Tempo Novo publicou enquete no site com a pergunta: ‘Qual é a sua avaliação sobre a qualidade de água dos córregos, rios e lagoas da Serra?’ Ao todo foram 484 votantes dos que 72% optaram pelo ‘ruim’, enquanto 17% votaram no ‘bom’ e 11% em ‘regular’. Como se trata de uma enquete, não tem métodos científicos. Mas pode ser um sintoma da insatisfação da população com nossas águas. Lembrando que desde 2015 a parceira da Cesan, Ambiental Serra, é responsável pela coleta e tratamento de esgoto, e é cobrada uma taxa de 80% sobre a conta de água das residências ligadas a rede coletora.

Palanque

Rede embaraçada

Segundo fontes da Rede, a cúpula do partido na Serra estaria muito insatisfeita com a Direção Nacional, leia-se Marina Silva. O motivo seria a manobra de favorecer o candidato Gustavo De Biase com recursos do Fundo Eleitoral. Segundo o TSE, De Biase já recebeu R$ 200 mil da Rede Nacional. Já Guto Lorenzoni, também candidato a deputado federal, chancelado pelo prefeito Audifax Barcelos, não recebeu nenhum tostão do partido. O que chama atenção uma vez que Guto de longe é o candidato mais competitivo da Rede para uma vaga de federal. Esse rateio de recursos fica a critério das direções nacionais dos partidos. Lembrando que De Biase tem certo trânsito com Marina, inclusive sua ex-mulher, Laís Garcia é atual porta-voz feminina nacional.

Fenômeno oco

Mesmo com um trabalho inexpressivo na Assembleia Legislativa, fontes do meio político estão na expectativa de uma ‘super votação’ do candidato Amaro Neto (PRB), para deputado federal. Chega-se a cogitar que ele ultrapasse os 300 mil votos, o que seria num recorde no Espírito Santo. Amaro já foi o mais votado em 2014 para deputado estadual, com 54 mil votos.

De 2018 a 2020

Circula nos bastidores a informação de que o médico e empresário Gustavo Peixoto (PTB), candidato a deputado federal, estaria de olho na eleição de 2020 para prefeito da Serra. Gustavo tem raízes na região de Nova Almeida, mas atualmente reside em Vila Velha, mas mantém domicílio eleitoral na Serra. A ideia seria se eleger para deputado federal e criar ‘know how’ político para no futuro disputar a Serra. Lembrando que Gustavo é filho de Antônio Peixoto, vice-prefeito da Serra na gestão de Aldary Nunes (1973-1977) e também é sobrinho do governador Paulo Hartung (MDB). O médico que comandou a área de cirurgia no Hospital Jayme Santos Neves, faz uma campanha que tem chamado à atenção no ES, com discursos de ‘outsider’ da política, apoio a Operação Lava Jato e ‘contras as mordomias’ dos políticos.

 

 

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