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Serra, 29 de outubro de 2018 às 13:38

Fascite plantar: conheça a dor na sola do pé que afeta de sedentários a atletas


A patologia é caracterizada por uma intensa dor na região da sola do pé que afeta de sedentários a atletas, e também, amantes do salto alto. Foto: Divulgação

Se ao acordar e der os primeiros passos do dia para realizar alguma atividade você sente uma forte fisgada no pé, pode ser que esteja sofrendo de uma doença denominada de fascite plantar. De nome complexo a patologia é caracterizada por uma intensa dor na região da sola do pé que afeta de sedentários a atletas, e também, amantes do salto alto.

Segundo o especialista em dor crônica André Félix, a doença ocorre quando o tecido friboso, a fáscia plantar, localizado no pé, está inflamada devido a um estresse excessivo nessa região, que pode ser causado por diversos fatores. Esse tecido, que começa no calcanhar e se estende por toda a planta do pé, até os dedos e, que serve de amortecedor ao caminhar e dá sustentação ao arco plantar.

“Geralmente, quando há inflamação, o primeiro sinal é uma forte fisgada na região do calcanhar, o osso calcâneo, exatamente por onde o tecido conjuntivo se inicia. Essas dores de modo geral, ocorrem após o individuo permanecer em um longo período de repouso, por isso, são recorrentes no período da manhã, mas que podem voltar em outros momentos do dia”, declara.

Outros sintomas além das fortes dores outro sintoma de quem sofre com a doença pode apresentar é o inchaço e a vermelhidão nos pés. Além disso, os portadores dessa condição também apresentam dificuldade ao realizar o movimento de dorsiflexão do pé, isto é, trazer a ponta do pé na direção da canela.

O especialista em dor crônica André Félix explicou que a doença ocorre quando o tecido friboso, a fáscia plantar, localizado no pé, está inflamada devido a um estresse excessivo nessa região, que pode ser causado por diversos fatores. Foto: Divulgação

As causas dessa inflamação são várias e podem estar tanto no sedentarismo quanto na atividade física sem a orientação adequada, além da obesidade. Outros fatores também contribuem para a inflamação dessa região, por exemplo, uso de calçados impróprios, como saltos altos e, também o desgaste natural ao longo dos anos.

O diagnóstico da doença é clinico, no qual o especialista leva em conta as particularidades dos sintomas e os fatores de risco de cada paciente. Exames como ressonância magnética e raio-X não identificam a fascite plantar, mas podem ser empregados para descartar outras doenças, como esporão do calcâneo ou a tendinite, segundo Félix.

O tratamento para a doença é interdisciplinar, ou seja, utiliza a atuação de diversas áreas profissionais, como fisioterapia, acupuntura. Além disso, terapias para aliviar a dor e a prescrição de medicamentos podem auxiliar na maioria dos casos. Caso seja necessário, o uso de palmilhas ortopédicas pode ser recomendado.

O especialista afirma que existem medidas que ajudam a prevenir a manifestação da doença. “A primeira dica é que homens e mulheres utilizem sapatos confortáveis e com um bom sistema de amortecimento, em segundo, que antes e depois de qualquer atividade seja realizado alongamentos e com acompanhamento. Bem como, é necessário que se esteja atento ao peso corporal. Essas são algumas dicas para se evitar traumas como a fascite plantar”, finaliza.




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